Estilhaços do toque da borboleta

Estilhaços do toque da borboleta

  • WpView
    Reads 20
  • WpVote
    Votes 0
  • WpPart
    Parts 4
WpMetadataReadMatureOngoing
WpMetadataNoticeLast published Thu, May 14, 2026
Arthur sempre definiu sua existência por uma única palavra: azar. Seus planos invariavelmente terminam em um caos sem precedentes, e o sentimento de rejeição - até mesmo de sua própria família - parece ser sua única herança. No entanto, sua rotina tediosa é estilhaçada quando ele é levado para os Laboratórios Odessa. Lá, entre experimentos sombrios e tecnologia de ponta, Arthur não apenas sobrevive; ele se transforma. Sua vida, outrora considerada um fracasso, é desfragmentada nos "Estilhaços do Toque da Borboleta". Agora, ele possui a habilidade extraordinária de manipular a realidade, fazendo com que a Teoria do Caos conspire, pela primeira vez, a favor de sua própria vontade. Aviso ao leitor: Ao abrir estas páginas, você assume o risco de perder o chão. Não culpe o autor se você começar a questionar a solidez da sua própria vida. Lembre-se: se você olhar fixamente para o abismo da sua loucura, a escuridão do abismo devolverá o olhar. C.G.L.Jr
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • Sob O Morro (Vol. 1)
  • Mutação global, construí uma casa segura para sobreviver ao apocalipse. II
  • "Tornei-me um Espírito da Palavra ao confiar na Poesia Antiga."
  • Eu renasci no primeiro ensaio de exame suplementar.
  • Além Do Morro (Vol. 2)
  • Fogo Cruzado
  • 𝗣𝗥𝗢𝗝𝗘𝗧𝗢 𝗛.𝗔.𝗡.𝗡.𝗔.𝗛: 𝐂𝐫𝐢𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐚𝐭𝐚𝐫
  • A vergonha do mundo A e a luz do mundo O(ABO)
  • Rᴇɪᴠɪɴᴅɪᴄᴀᴅᴀ Pᴏʀ Tʀêꜱ Cʟãꜱ
  • Draximom

📍Rio de janeiro, Rocinha +18 Eu não sonhei em ser dono de morro, só fui vivendo, Quando vi, já tava com fuzil no ombro, nome na boca da polícia e respeito na quebrada, Aqui, quem anda devagar vira alvo, quem ama demais vira fraqueza... mas mesmo no meio da guerra, o coração bate. Agora tem cria vindo aí, sangue do meu sangue, E eu tô no corre entre manter o morro de pé e não deixar o mundo engolir quem eu amo, Já perdi parceiro, já enterrei sentimento, mas nunca deixei de ser eu. Essa não é história de herói, É minha vida, É favela, É amor, tiro, saudade e silêncio. E se for pra morrer, que seja com a alma em pé. Plágio é crime ©2021 Iniciada: 20 de Agosto de 2021 Finalizada: 13 de Junho de 2022 Reescrita: 25 de Fevereiro de 2025

More details
WpActionLinkContent Guidelines