Off Camera

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WpMetadataNoticeLast published Mon, May 25, 2026
Off Camera O vídeo acabou. A câmera desligou. É aqui que a história realmente começa. --- Sunday Kalogeras tem 18 anos, está no último ano do ensino médio e já sabe o que significa viver com as câmeras ligadas. Ao lado das irmãs Eliana e Demitra, ela transforma a rotina em vídeos, os momentos bobos em conteúdo e os dias comuns em vlogs que milhares de pessoas vão assistir. Mas nem tudo entra na edição final. Fora das telas, Sunday é só uma garota tentando sobreviver ao terceirão entre provas, trabalhos em grupo e as discussões intermináveis com a Eliana - que, mesmo sendo insuportável às vezes, continua sendo sua melhor amiga. A rotina é previsível. Escola, vídeos, casa, repetir. Até que Noah Beck aparece. Ele é novo, tem 18 anos, joga hóquei e anda de skate. Nada disso seria um problema se ele não fosse o tipo de pessoa que entra em uma sala e todo mundo já sabe o nome dele antes de alguém apresentar. Popular sem esforço, extrovertido na medida certa e com um sorriso que parece estar sempre pronto para uma piada. Todo mundo acha ele legal. Todo mundo quer ser amigo dele. Entre corredores lotados, jogos escolares, gravações que nunca saem como planejado e tardes no estacionamento vazio com um skate no meio do caminho, Noah e Sunday descobrem que implicância tem uma linha muito fina com outras coisas.
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Livro 01 da serie Amores baianos. Sob o céu da Bahia nasceu um amor forte, Daqueles que nem o tempo, nem a dor, nem a morte Conseguem apagar. Era puro, era real. Difícil... mas tão especial. Ela veio de um mundo simples, cheio de lutas, Ele, de um lugar cheio de regras e portas fechadas. Mas quando se olharam, o mundo parou. Era como se tudo tivesse, enfim, começado. Amaram em segredo, em silêncio, em calma, Mas dentro deles, o amor gritava, queimava. Viviam cada segundo como se fosse o último, Com medo do fim, mas cheios de esperança no futuro. Até que veio o dia que tudo mudou. O carro, a chuva, o grito que ninguém escutou. Ela acordou no hospital, perdida, vazia, E o nome dele era a única coisa que repetia. "Ele estava comigo... por favor, alguém acredita?" Mas diziam que não, que era coisa da cabeça ferida. E assim, ela ficou sozinha, com o peito sangrando, Sem despedida, sem resposta, só chorando. Os dias passaram lentos, como castigo, Mas o amor... ele ficou. Firme, escondido. E então, veio a surpresa que a fez tremer: Um novo coração dentro dela começou a bater. Ele deixou um pedaço de si, sem saber. Uma vida, uma chance, um motivo pra não se perder. Mesmo sem estar, ele ainda era tudo, Estava nas lembranças, no céu, no mundo. Ela aprendeu a sorrir com os olhos molhados, A caminhar com os pés cansados. E em cada passo, ela dizia baixinho: "Volta pra mim... volta pro nosso caminho." Sob o céu da Bahia, ela ainda espera, Porque quando o amor é de verdade, ele não erra. Ele só demora, se esconde, se quebra... Mas um dia volta. E recomeça.

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