Noora Williams é um mistério.
Sempre distante na medida certa, ela atravessa os dias como se estivesse um passo à frente do mundo , e , vários passos longe do próprio passado. Observadora, inteligente e perigosamente difícil de ler, Noora domina a arte de manter as pessoas afastadas antes que consigam enxergar demais.
Porque, por trás das respostas afiadas, da rotina impecável e da postura inabalável, existe algo nela que parece constantemente à beira de desmoronar.
Roman Hale é caos.
Impulsivo, provocador e absurdamente difícil de ignorar, Roman vive como se consequências fossem apenas detalhes inconvenientes. Ele coleciona noites mal dormidas, decisões ruins e problemas suficientes para preencher cidades inteiras , e, honestamente, parece se divertir com isso.
Enquanto Noora controla cada passo da própria vida, Roman atravessa o mundo bagunçando tudo por onde passa.
Ele provoca.
Debocha.
Ultrapassa limites.
E nunca fica tempo suficiente para criar raízes em lugar nenhum.
Para Roman, apego sempre foi só outra forma de perder a liberdade.
E amor?
Uma complicação que ele nunca teve interesse em experimentar.
Até o dia em que os dois se esbarram pela primeira vez.
Literalmente.
Um elevador.
Uma porta aberta com força demais.
E Noora sendo atingida por um Roman distraído e irritantemente convencido de que o mundo gira no ritmo dele.
O que deveria ser apenas um encontro desagradável rapidamente se transforma em algo impossível de ignorar.
Porque, por trás do sorriso debochado de Roman, existe muito mais do que ele permite que as pessoas vejam.
E por trás do silêncio controlado de Noora, existem feridas profundas demais para continuarem escondidas.
Entre provocações constantes, segredos perigosos e uma atração intensa demais , os dois vão descobrir que algumas pessoas aparecem justamente quando estamos tentando sobreviver sozinhos.
E talvez o amor seja a única coisa capaz de salvar duas pessoas quebradas.
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