Em uma sociedade clandestina que trabalha para a máfia europeia, onde o terror é mercadoria e vidas são apenas recursos, Drake sempre fez seu trabalho pelo dinheiro. Sem perguntas. Sem orgulho. Sem culpa suficiente para parar. O nojo era um preço aceitável. Tudo muda quando ele é obrigado a trabalhar com Zay. Zay não está ali por necessidade. Ele não finge. Não desliga. Não suporta, ele gosta. Do medo, da dor, da degradação. Onde Drake vê trabalho, Zay vê prazer. Onde Drake evita olhar, Zay observa demais. Forçados a dividir serviços, silêncio e sangue, os dois constroem uma relação baseada em ódio mútuo, chantagem psicológica e provocação constante. Zay passa a explorar o nojo de Drake como uma arma, empurrando-o lentamente para encarar aquilo que ele mais rejeita em si mesmo. Sob a vigilância fria de Scorp, o chefe que entende que conflito gera eficiência, a parceria se transforma em algo doentio e inevitável, não amor, mas obsessão. Não desejo, mas controle. Um vínculo criado pela violência psicológica e pela impossibilidade de fuga.
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