Após o nascimento de Jacaerys, seu filho mais velho e herdeiro, os deuses abençoaram Rhaenyra com duas meninas gêmeas: Visenya e Vaenys.
Vaenys, a mais nova das gêmeas, era incrivelmente apegada ao irmão mais velho, Jacaerys, mas sua irmã, Visenya, desde a meninisse era apegada ao tio, e irmão de sua mãe, Aemond.
Incapaz de conter o relacionamento que em breve se aprofundaria, toda Westeros havia aceitado o casamento do jovem herdeiro do trono de ferro com sua irmã, reforçando seu lugar ao trono uma vez que diziam que ele e Lucerys eram bastardos, mas que, de fato, Visenya e Vaenys eram filhas de Sor Laenor.
Embora, o que pegou de surpresa, fora Alicent, a Rainha Consorte, aceitar a proposta de casamento de Rhaenyra, onde uniriam os dois lados da família em um casamento: Aemond seu casaria com Visenya.
Mas seria isso o que realmente aconteceria? União?
Sutil a voz do Meistre contava a história sobre a guerra dos Verdes e dos Negros. Onde Aegon II desejou o Trono de Ferro que pertencia, desde o início, a Rhaenyra, sua meia-irmã. Era uma disputa interna e civil, que poderia, ou não, acabar com toda a linhagem familiar mediante a uma única verdade: o direito de possuir.
As vozes dos deuses eram claras: Os Primeiros retornariam para reconquistar o que lhes pertencia. Seria esta, outra profecia que aconteceria? Ou apenas palavras bonitas soltas dos lábios dos cantores que rondavam por toda Westeros?
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