Kim Taehyung não nasceu em uma família rica; tinha um pai alcoólatra e uma mãe que já havia sofrido a vida toda. Desde que nasceu, nunca viveu, apenas sobreviveu. Ele viu sua mãe apanhar até os sete anos de seu pai, quando ela conheceu seu padrasto. Ela resolveu que seria uma boa ideia deixar Taehyung com seus dois irmãos mais velhos, Kim Sungmin e Kim Mingyu, o que era um problema, pois eles também eram crianças. Ela saiu durante três dias e deixou comida para apenas um dia. Foi quando eles foram pedir comida na rua e acabaram em um abrigo. Lá começou sua história de amor ou de dor; não sabemos, mas a dor nem sempre anda longe do amor, pois amar às vezes também dói.
Min Yoongi vem de uma família rica, sim, mas ele não desfrutou dessa riqueza, pois, quando tinha meses de idade, foi abandonado na porta do abrigo por seu avô. Ele cresceu naquele abrigo vendo as crianças sendo adotadas, as crianças indo, crianças indo, mas ele nunca ia embora. Lá, ele aprendeu etiquetas, aprendeu a se portar à mesa, mas não aprendeu o que era o amor de uma família, porque ser amado pelas cuidadoras do abrigo não era ser amado pelos seus pais. Ele precisa descobrir o que é ser amado, e dentro do abrigo ele vê três garotos chegarem, entre eles um garoto que se torna seu colega de quarto. Será que ele vai descobrir que, fora as dores do abandono, existe a dor de amar alguém que já foi muito machucado?
Duas histórias, questões diferentes: um amor de infância ou uma história de sobrevivência em que duas pessoas machucadas podem descobrir que existe amor na dor. Porque nem tudo se resume a dores; quando dois corações batem em um compasso, descobrem o amor que nos faz vencer.
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