Separada das irmãs, ela corre pela floresta com o coração em guerra, sabendo que não está sozinha. Algo a caça... algo grande, cruel e faminto. Quando o monstro finalmente a alcança, a morte parece certa. Mas outra criatura surge. Mais rápida. Mais letal. Ele mata o predador sem esforço... e por um breve instante, ela acredita que foi salva. Erro fatal. Porque o verdadeiro perigo não era o que a perseguia. Era o que a reivindicou. Metade homem, metade cobra, ele não pede. Ele decide. Agora ela pertence ao território dele. Agora ela pertence a ele. Preso entre o instinto de sobreviver e a necessidade desesperada de encontrar suas irmãs, ela se vê encurralada por regras que não pode quebrar. Spark deixou claro: ninguém sai do território dele. E fugir pode ter consequências piores do que ficar. Entre tensão, medo e uma conexão que ela se recusa a aceitar, uma verdade começa a se formar... O monstro que a salvou pode ser exatamente aquele que vai destruí-la. Ou pior. Aquele que ela não conseguirá deixar.
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