Reivindicada pelo Kaiju

Reivindicada pelo Kaiju

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Jul 14, 2026
Um Kaiju enorme. Uma humana minúscula. Uma coisa é certa... Vou precisar de uma cama maior. Desde que me lembro, secretamente desejei que um homem alto aparecesse e me conquistasse. Claro, moreno e bonito também serviria, mas o principal para mim é a altura. Bem, você sabe o que dizem: Cuidado com o que deseja. Observo, atônita, Megadon emergir do mar. Ele é um Kaiju. Um monstro gigante de outro mundo. Seu corpo verde colossal se ergue sobre a cidade. Cem metros de músculos brutais estilhaçando a água do mar enquanto ele emerge. O monstro obcecado ruge meu nome. Cada pisada em seu casco estremece os alicerces da cidade e envia vibrações vergonhosas que se propagam diretamente para o meu centro. Eu não deveria estar excitada com isso. Eu realmente não deveria. Megadon está vindo, e eu sou o prêmio que ele busca. Ele não vai desistir até me ter na palma da mão, literalmente. Ele diz que sou sua Kaijira. Ele diz que sou sua Alma Gêmea. Eu digo... como isso vai funcionar?
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Parte 1 de uma série de histórias Sete anos atrás, ela trouxe um filho ao mundo. E o pai da criança não fazia ideia. Todo dia, às nove em ponto, ela entrava naquele escritório. Mantinha o sorriso impecável e o coração batendo dentro do normal. Ela só precisava fazer isso: não deixar transparecer. Ana Clara Ferraz, 25 anos, secretária executiva da MBS, mãe solteira. O filho dela se chama Nino. Sete anos, língua afiada, e com um par de olhos que entregariam tudo. Aqueles olhos eram idênticos aos do chefe dela, Henrique. Henrique não se lembrava dela. Daquela noite de sete anos atrás, da garota que sumiu sem dizer nada, ele já tinha esquecido. O que ele lembrava era de outra coisa. Os Azevedo deviam a ele, e ele ia cobrar isso pelo resto da vida. Ninguém sabia de onde vinha esse ódio, por que uma briga de duas gerações tinha caído nas costas dele. Mas ele sabia do que precisava. A peça. O rosto certo. O jogo que ele mesmo armou. Ana não sabia que, desde o primeiro dia em que entrou no prédio da MBS, ele já tinha decidido como ia usá-la. Henrique começou a encarar o rosto dela. - Você se parece muito com alguém. Ana achou que sabia de quem ele estava falando. Ela só não tinha certeza do quanto ele já tinha lembrado. Peças nunca são leves. E o prazo de validade de um segredo nunca é pra sempre. Este é um romance proibido de CEO e mãe solteira: um erro de uma noite virou um segredo de sete anos, e cada aproximação parece acender uma bomba-relógio.

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