Inspirado pelo clima melancólico de Noites Brancas, de Fiódor Dostoyevsky, essa é uma história sobre encontros, memórias e despedidas.
Todas as noites, Mikhail Volkov encontra uma rapariga no mesmo banco, à mesma hora, como se o destino tivesse decidido repetir o mesmo instante vezes sem conta.
Ela nunca diz de onde veio. Nunca fala do passado. E por alguma razão, parece conhecer partes dele que nem ele próprio consegue se lembrar.
Entre conversas que atravessam a madrugada, silêncios que dizem mais do que palavras e promessas que nunca deveriam ser quebradas, Mikhail começa a acreditar que algumas pessoas aparecem quando mais precisamos delas.
Mas há encontros que não servem para começar uma história. Servem para a terminar...
(Ignorem os erros, primeira história 😔)
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