Gabriel Magalhães tinha apenas dezoito anos quando uma violência mudou o rumo de sua vida. Grávido, abandonado pelo pai do bebê e expulso de casa pelos próprios pais, o jovem ômega lúpus precisou deixar a faculdade e aprender a sobreviver sozinho. Sem ter para onde ir, aceita um emprego nos serviços gerais de um hospital. Entre corredores, plantões exaustivos e o medo constante de não conseguir oferecer o básico ao filho que carrega, Gabriel tenta passar despercebido. Até o dia em que uma humilhação pública chama a atenção de Erling Haaland, um alfa lúpus e obstetra do hospital. Erling poderia simplesmente seguir seu caminho. Mas ele para. Defende Gabriel. Pergunta se ele está bem. E, pela primeira vez em muito tempo, alguém olha para o jovem ômega sem enxergar vergonha, fraqueza ou um problema a ser resolvido. Gabriel só queria sobreviver até o nascimento do bebê. Não imaginava que, entre plantões e corredores de hospital, encontraria alguém disposto a mostrar que recomeçar também pode significar ser acolhido.
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