As Cartas Que Eu Não Lhe Enviei

As Cartas Que Eu Não Lhe Enviei

  • WpView
    Reads 67
  • WpVote
    Votes 25
  • WpPart
    Parts 14
WpMetadataReadComplete Mon, Aug 31, 2026
WpInfo
Fiction
Romance
Small town
Destined Love
Friends to Lovers
Quando ela embarca para Londres para realizar um sonho, ele fica para trás com um coração cheio de palavras que nunca teve coragem de dizer. As Cartas que Eu Não Lhe Enviei é um romance delicado sobre o tempo, a distância e a coragem de amar, mostrando que, às vezes, as palavras mais importantes são justamente aquelas que nunca chegam ao destino. Uma história de amor, contada através da versão masculina mostra o quão difícil é demostrar sentimentos, através de cartas que nunca chegaram ao seu destino Miguel conta como foi se apaixonar perdidamente por Aurora.
All Rights Reserved
#109
cartas
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • Lendas de Vó - O Livro dos Contos
  • Meia Noite em Romênia
  • Meu Conselheiro Amoroso
  • 𝐃𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐃𝐞𝐦𝐨̂𝐧𝐢𝐨𝐬.
  • Realeza Roubada I - A Fera
  • A Marquesa de Nemeia
  • Meu Querido Duque (Concluída)
  • Angel - Entre dois Tempos
  • COMO LIDAR COM PESSOAS DIFÍCEIS
  • Três Vícios

LENDAS DE VÓ - O LIVRO DOS CONTOS ___________ ______ Livro de Ficção Por Kate Salomão ____________ ______ 1ª Edição _____________ ______ 2022- Todos os direitos reservados DA 2021-006074 Texto Kate Salomão ____________ 🌾Epígrafe Mistérios da meia-noite Que voam longe Que você nunca Não sabe nunca Se vão, se ficam Quem vai, quem foi Zé Ramalho ____________ 🌾Sinopse Era um dia frio; o vento parecia querer ferir. Cheguei em casa após o sepultamento de minha avó Maria e me senti uma estranha no próprio lar. O silêncio era tão intenso que chegava a constranger. O que mais me assustava era não sentir nada, justamente eu, uma das netas mais apegadas a ela. Caminhei pela casa escura sem saber onde me esconder da dor. Escolhi a sala; o sofá nunca pareceu tão acolhedor. Liguei a televisão apenas para fugir do silêncio. Passava A Lista de Schindler, mas nem a tristeza do filme conseguiu tocar minha alma adormecida. Então peguei no sono. No sonho, eu estava em casa outra vez, mas tudo era quente e iluminado pelo sol. O cheiro de lavanda do lustra-móveis se misturava ao perfume de bolo de fubá recém-saído do forno. Na sala, sentada diante da TV, estava vovó Maria, com seu lenço branco sobre os cabelos grisalhos, bordando em silêncio enquanto assistia ao jornal. Depois de um tempo, ela se levantou, deixou a caixinha de costura sobre o sofá, olhou para mamãe e disse: - Tenho que ir. De repente, o sonho nos levou ao cemitério. Caminhamos devagar pelas vielas até o túmulo com a foto dela. Sem pensar, eu disse: - Vou com a senhora. Ela respondeu com amor, mas firmeza: - Agora não. Volte e viva. Acordei com ânsia de vômito. Naquele instante, entendi que agora era minha vez de continuar escrevendo nossa história, estando pronta ou não.

More details
WpActionLinkContent Guidelines