Lucas Scott sempre achou que entendia bem
sobre todos os tipos de jogos, era viciado em fazer qualquer aposta. Por isso quando seu irmão mais novo o desafia a fazer Brooke Davis se apaixonar por ele até o baile de outono, Lucas aceita sem pensar duas vezes. Brooke é complicada, mas ele é Lucas Scott, como poderia perder essa?
Ele só não contava que Brooke Davis não era o tipo de garota que se deixava ser passada para trás. Ela ouve a conversa entre os irmãos Scott por acaso, escondida na escuridão atrás da TRIC, e o ódio que sobe por sua garganta a consome rapidamente antes de se transformar em estratégia. Ela finge que não sabe de nada e aceita os cafés, deixa que ele se aproxime, entra no jogo de olhares e flertes. Só que quanto mais ela empurra Lucas para um certo limite, mais percebe que ele não está mais seguindo um roteiro. E ela também não.
O problema é que Lucas Scott, o garoto que entrou naquela aposta achando que iria controlar tudo, está começando a sentir alguma coisa que não tem nada ver com dinheiro ou com seu ego. Em algum momento entre aquelas brincadeiras, ele passou a desejar Brooke de verdade. Quer o jeito que ela ri, o modo como ela sempre o desafia, a forma como um simples toque dela parece queimar sua pele. E agora ele está preso em uma mentira que não sabe como contar ou concertar e a ideia de machucar os sentimentos dela o apavoram mais do que imaginava.
Brooke, por outro lado, nunca planejou se apaixonar enquanto destruía o cara que apostou seu coração como se não fosse nada.
Quando a verdade finalmente explodir, não vai sobrar apostas, orgulho ou desculpa que segure o que está por vir. Entre traições, noites em claro e a química quase insuportável de dois idiotas que se recusam a admitir que já perderam aquele jogo, Lucas e Brooke vão descobrir que a única coisa que realmente importa é o que acontece quando ninguém está olhando.
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