E se perder a fé não fosse exatamente deixar de acreditar?
E se, às vezes, fosse apenas o começo de uma busca por uma fé que não machuque?
Entre memórias, reflexões e confissões, este livro atravessa os lugares silenciosos onde ninguém costuma olhar: as crises de fé, os traumas espirituais, a culpa de questionar, o medo de partir, a necessidade de desaprender antigas certezas e o difícil processo de reconstruir a própria relação com o sagrado.
Não é um livro sobre abandonar a fé.
É sobre descobrir que talvez seja possível acreditar de outra maneira.
Uma maneira mais livre.
Mais consciente.
Mais humana.
E, principalmente, sem precisar se abandonar para pertencer.
Aqui não existem respostas prontas.
Existem perguntas.
Existem feridas.
Existem despedidas.
Existem recomeços.
E existem páginas escritas por alguém que precisou atravessar a própria escuridão para descobrir que cura não significa esquecer o que aconteceu - significa finalmente conseguir olhar para aquilo sem deixar que continue definindo quem você é.
Porque algumas feridas não pedem para ser escondidas.
Pedem para ser ouvidas.
E talvez, durante todo esse tempo, enquanto você pensava que estava apenas sofrendo...
suas feridas também estivessem rezando.
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