VENENO DE BANGKOK

VENENO DE BANGKOK

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Sep 29, 2026
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Fanfic
Tagsfanfic
Bonnie só queria um emprego noturno pra pagar a faculdade. O que ela encontrou foi Emi. Dona do bar mais exclusivo e perigoso de Bangkok, Emi não pede. Ela observa, decide e toma. Desde a primeira noite, Bonnie sentiu o veneno entrar devagar: o olhar frio, o perfume caro, a voz baixa que parecia ordem. O que começou como um simples "não cometa erros" virou vigilância, toques proibidos e uma obsessão que não aceitava recusa. Em uma cidade que nunca dorme, Bonnie está aprendendo da pior forma possível... que algumas mulheres não amam. Elas envenenam. E o pior? Parte dela já está viciada.
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#718
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Sana começou a trabalhar no museu porque precisava de silêncio. Entre corredores frios e molduras antigas, ela encontra conforto em restaurar aquilo que o tempo insiste em apagar. Camadas de verniz, cores esquecidas, detalhes quase invisíveis, tudo pode ser recuperado com paciência. Quase tudo. Até que uma pintura começa a mudar. "Duas à Beira do Lago" retrata duas mulheres paradas diante de uma extensão de água imóvel. O azul do vestido de uma delas é profundo, intenso, impossível de ignorar. E, de repente, ele parece mais vivo do que deveria. Mais recente. Como se estivesse sendo pintado outra vez. Na mesma semana, uma nova segurança começa a trabalhar no turno da noite. Tzuyu é silenciosa, observadora demais, como se conhecesse aquele lugar antes mesmo de atravessar suas portas. E sempre que ela passa diante da pintura, o azul se transforma. Conforme os dias avançam, o museu deixa de ser apenas um refúgio. Sonhos com água tornam-se frequentes. O lago retratado na tela parece existir fora dela. E o passado começa a sussurrar através de tinta e memória. Entre o peso de antigas histórias e a delicadeza de sentimentos que surgem devagar, Sana descobre que algumas cores não desaparecem, apenas esperam o momento certo para voltar à superfície. Porque nem todo amor pertence ao passado. E nem toda história precisa terminar como antes. - Não aceito adaptações.

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