O melhor de mim

O melhor de mim

  • WpView
    Reads 42
  • WpVote
    Votes 2
  • WpPart
    Parts 1
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Tue, Jul 7, 2015
Prólogo A vida nos prega algumas peças, e creio que a maior de todas se torna um dom. Pode ser um equívoco dizer que o que chamamos de dom é uma peça da vida, mas de certa forma não deixa de ser. É impossível escolher quem amar ou quem não vamos, mas podemos nos dedicar integralmente a uma pessoa, ou a varias. Dizer que o amor é único não é uma escolha muito sabia. Você pode amar sua família, pai, mãe, irmãos, tios, avós filhos, maridos, noivos e namorados. Mas, você não pode dizer que o amor que sente pela sua mãe é o mesmo que sente pelo seu marido, pode ? Amar é uma tarefa difícil, Requer jogo de cintura, respeito, companheirismo, confiança e acima de tudo paciência. Paciência não só com o outro, mas muitas vezes consigo mesmo. Amar se torna prazeroso quando descobrimos que não amamos apenas o outro, mas a nós mesmos. Amar machuca, vicia, alivia a dor, o desespero e a solidão. Amor é remédio sem efeitos colaterais muito drásticos e acima de tudo, é natural e real. Por isso ame, independente de quem, da idade, do sexo, do status social, religião ou o que for. Ame e receba em troca a melhor coisa do mundo . O amor.
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • Sapatos e Pessoas: Se não te servem, não são o teu número.
  • Amor Áspero
  • DO MORRO PRA VIDA - Livro 1
  • AQUELA NOITE
  • Você pode cuidar de mim? - Drarry
  • Ghost Love
  • Primeira dama
  • Clichê Adolescente
  • Conselhos legais & Dicas Espirituais

Existem alturas na vida em que a coisa fica feia. Descobres que aquele que achavas ser o fundo do poço, afinal não é, porque a porra do fundo do poço fica sempre um bocadinho mais abaixo. Mas sabes que mais? Também tu tens mais força do que aquela que achavas que tinhas. Tens mesmo. Por isso se diz que o frio é sempre do tamanho do cobertor. Aquilo que eu descobri com a viagem interior que comecei (e continuo) é que podemos (e devemos) aproveitar os "fundos do poço da vida" para nos impulsionarmos de volta à superfície. Descobri que somos sempre mais capazes do que o que julgamos ser e que as certezas que (achamos que) temos não têm nada de certo e é precisamente aí, nessa capacidade de procurar mais perguntas do que respostas, que a vida se faz. Descobri que quem não tem pé não pode dar coice, como diz a minha mãe. Isto trocado por miúdos, quer dizer que cada um de nós só dá de si aquilo que tem lá dentro. Dar mais ou menos depende de cada um, não de nós, por mais que gostássemos de poder mudar isso. Aprendi a aceitar que não é possível (além de ser absolutamente desnecessário e uma tremenda canseira) agradar a toda a gente e que aquilo que acham que sabem sobre ti não é problema teu. Quando a vida pega em ti e te deita ao tapete uma e outra vez, tens que lhe mostrar a tua veia de "sempre em pé". Vais cair, sim senhora, esfolar mãos e joelhos mais vezes do que gostarias, mas começas a levar cada vez menos tempo a levantar-te. Vais saber escolher melhor os combates que valem a tua energia. Chama-se resiliência e é a chave para uma existência feliz.

More details
WpActionLinkContent Guidelines