A ilusionista e os quatro cavaleiros
Cada cavaleiro tem a sua própria personalidade, cada cavaleiro tem o seu próprio ódio, enfrenta-los é como desafiar o apocalipse, é desafiar Deus.
Olhos cheios de luxúria e ganância, Babilónia uma deusa adorada ou uma simples mulher presa ao doce sabor do poder?
E a ilusionista presa ao passado, presa ao medo de perde sua tão preciosa liberdade, seus olhos tem ódio, mas também tem medo, tem domínio mas também tem submissão, criada para servi mas que agora domina.
Presa ao passado a ilusionista se vê obrigada a domar aqueles iguais a ela, se vê obrigada a chamar antigos amigos, se vê encarando a morte de perto, se vê perto do fim.