Amar, sonhar, sorrir e chorar ||D.A.M.A (Concluída)

Amar, sonhar, sorrir e chorar ||D.A.M.A (Concluída)

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WpMetadataReadTerminé mer., juil. 5, 2017
"Quando te vi amei-te já muito antes. Tornei a achar-te quando te encontrei. Nasci pra ti antes de haver o mundo. Não há cousa feliz ou hora alegre Que eu tenha tido pela vida fora, Que o não fosse porque te previa, Porque dormias nela tu futuro." Fernando Pessoa Madalena Costa é uma rapariga de 20 anos que vem para Portugal pela primeira vez, depois da morte do seu pai na terra natal, Londres. Com ela veio a sua mãe, Maria Antónia, que trabalha no FBI e emigrante Portuguesa. Licenciada em Direito, embarca num emprego em Portugal e acaba por descobrir muito mais do que um simples trabalho. Adora musica, fotografia e escrever... Uma história de amor irá surgir, mas nem sempre a felicidade pode esquecer o passado dela. Será que o amor irá resistir? Espero que gostem, comentem e partilhem! :D Pelos D.A.M.A. e por todas vocês, Obrigada!
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««« Nesta nova edição, Diogo Simões reúne-se com a revisora Ana Ferreira para um revisitar da história que alcançou mais de 4 mil leituras. »»» Passaram cinco anos desde que aquilo aconteceu. Desde que... desde que "aquilo" me marcou para o resto da vida. Eu não o merecia... NINGUÉM o merecia. Mas, na noite passada, conheci alguém. Alguém que (literalmente, verdade seja dita) amparou-me. Que com um simples gesto, fez-me voltar a acreditar novamente na vida. Novamente no amor. Mas as perguntas invadem-me. Atormentam-me! Estarei eu a ser precipitada? Não será isto tudo um disparate? Mereço esta oportunidade? Será que deverei, pelo menos, tentar? Sofia Acabar a licenciatura é o meu objetivo! É por aquilo que luto, tanto por mim, como pelos meus pais... Mas ir às aulas, estudar para as frequências, as festas de curso, as festas de turma, as festas de tudo e mais alguma coisa, fazem com que tudo seja bastante complicado. Não bastasse isso, os meus pensamentos são dominados por aqueles olhos verdes. Uns olhos que me apaixonei mal os senti sorrirem para mim. Ou estarei eu a exagerar? Estarei a ver coisas onde não existem? Será que estou já "desesperado" por ter alguém quando volto "para casa"? Já não me percebo... Pedro

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