Dor Nocturna

Dor Nocturna

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Aug 16, 2015
Mais uma vez falo, Sem ouvir-me a pensar. Mais uma vez não me calo, Arriscando tudo acabar. Sou uma pequena sombra, Que se mantém imóvel. Esquecida na noite, No escuro amável. Fico-te procurando, Fico-te desafiando. No meio de tantas palavras, Não fui capaz de puxar das armas. E aqui caio, À tua mão. Aqui desmaio, Enquanto seguras-me a mão. E deixo-me por ti vencer, Deixo-me pela noite embalar. Tento não sofrer, Enquanto o sono me vem chamar. Ainda digo o teu nome, Enquanto te vejo a afastar. Mas não dizes o meu nome, Apenas páras e ficas a me observar. E eu entendo, A escolha nunca minha será(s). E compreendo, Que só por ti aqui estará(s). Então fecho os olhos agora, E me deixo adormecer. Não vendo um dia a hora, Em que nos teus braços me venha a padecer.
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A gente não tinha nada, mas o nosso nada foi intenso Nós vivemos tanta coisa em tão pouco tempo Você tem cara, jeito de amor da minha vida Quem via falava: Esses dois vai vingar Pena que entrou na minha vida quando eu só queria entrar Nas madrugadas, nas revoadas No coração e no colchão, cê deu uma balançada Pena que entrou na minha vida quando eu só queria entrar Nas madrugadas, nas revoadas No coração e no colchão, cê deu uma balançada Pena que entrou na minha vida quando eu só queria entrar Você tem cara, jeito de amor da minha vida Quem via falava: Esses dois vai vingar Pena que entrou na minha vida quando eu só queria entrar Nas madrugadas, nas revoadas No meu coração e no colchão, cê deu uma balançada Pena que entrou na minha vida quando eu só queria entrar Nas madrugadas, nas revoadas No coração e no colchão, cê deu uma balançada Pena que entrou na minha vida quando eu só queria entrar

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