Caminhos Cruzados

Caminhos Cruzados

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Aug 31, 2015
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Fiction
Romance
Oi eu sou a Brenda e tenho 17 anos , estudo no 2° ano do ensino médio do colégio particular Albert de Geró que fica a duas quadras da meu apartamento .Minha melhor amiga é a Charlote nós nos conhecemos desde de que se entendemos por gente , pois ela mora no mesmo condomínio que eu , nossas mães se dão super bem pq estudaram juntas quando novas.Eu também sou amiga da Paty mas ela é só aquela amiga de escola sabe, diferente da Charlote pq nós ficamos o tempo inteiro juntas.Gosto de fazer compras , ir ao shopphing , andar de bicicleta e dar ensima dos garotos lá da sala , não gosto de coisa séria pq já sofri com meu primeiro namorado ...Mas isso já é outra coisa... Oi sou o Rafa tenho 18 anos e estudo na 2°ano do ensino médio do colégio Cleber Machado que é público por quê minha mãe não tem condições de pagar uma escola particular depois que meu pai levou ela a falência sumindo com todo nosso dinheiro e até hoje não o encontraram .Eu sou considerado Nerd sabe?!Mas sei
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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