Mãe em aflição

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WpMetadataNoticeÚltima publicación mié, sep 30, 2015
Desculpa se vcs não gosta é que eu gosto de historias de aflição e d outros quem quiser sugerir obrigada A Mãe estava sentada ao lado do berço do filhinho, muito triste e apreensiva, mão no rosto, temerosa de que ele morresse. A criança, pálida, parecia dormir e respirava fracamente. Ouviu baterem à porta e viu entrar por ela, sem que lha abrissem, um aparentemente, pobre velhinho, andrajoso, envolto em um cobertor preto com forte cheiro de enxofre. Trazia na mão direita uma foice e, na esquerda, uma ampulheta (ampulheta - antigo apetrecho, feito de vidro e com areia dentro, que, antes da invenção do relógio, servia para marcar o tempo / horas). Era pleno inverno e o velho parecia tremer de frio. A geada era forte. A Mãe ofereceu-lhe uma caneca de café quente e o convidou a sentar-se ao seu lado, na lareira, para se aquecer. A criança dormia e o velho aproximou-se, postou-se ao lado dela e ficou balançando o berço, fitando profundamente o menino doente que agora respirava com dificuldade. - Não acha que ele vai sarar e que ficarei com ele? - perguntou-lhe a mãe. - Não crê que Deus Nosso Senhor não o irá tirar de mim? - complementou. O velho, que era a própria Morte, balançou a cabeça de uma maneira estranha que tanto podia significar "sim" como "não".
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"Lembro-me bem do dia traumático que vivi. Eu tinha um pouco menos de 8 anos. Como qualquer criança, eu gostava muito de brincar. Sempre em uma rua perto da minha casa, me encontrava com amigos que moravam por perto, onde em frente à essa rua havia um grande terreno baldio." Eu soo frio, enquanto me gesticulo para Luanne, a psicóloga. Paro por um momento, me ajeito no assento em aflição e continuo. "Todos os dias eu brincava naquela rua, e no mesmo horário, perto do escurecer. Em uma Sexta- Feira, na minha despedida aos meus amigos. Um vulto repentino no terreno baldio me chamou atenção. A mata era fechada, naquele horário, conseguia ver apenas alguns feixes de luz do entardecer, as altas árvores projetavam sombras fantasmagóricas. Em seguida uma risada curta e delicada ecoa pela escuridão da mata. Encarando-a por alguns segundos, presencio uma mão pálida e lisa vindo de trás de uma das árvores, como se fosse de um cadáver. Um cantarolar perturbador é vindo dali, com intensidade de baixa a alta. No seu clímax a figura demoníaca começava a aparecer por inteira e de trás da árvore permanecia, me encarando de volta com os seus olhos negros como diamante, porém ofuscados. Eles pareciam ter perdido a cor a bastante tempo. Sua aparência, mesmo jovem, sorria maliciosamente para mim. Existia provocação. Ousava tentar sair dali. Brincava comigo, assim como uma criança brinca com um brinquedo. Seu olhar ansiava em me ver ultrapassar o limite da mata. O olhar fixo aos meus, parecia ignorar qualquer sentimento que senti naquele momento. Em desespero, tento comentar com os meus amigos sobre a menina, até tentei apontar para onde ela estava para eles, porém nenhum conseguiu enxerga-la. A figura continuava a sorrir. Após este, todos os dias foram os mesmos ..... Inclusive o de hoje..... 9°🏅 em categoria "Terror" 14°🏅em categoria "Assombração" 1°🎖️em categoria "Arrepio" © Luiz Felipe V. 2024

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