Nairobe
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WpMetadataNoticeLast published Sat, Nov 13, 2021
Nunca gostei de curiosos. Gente assim como você, que acaba de abrir um livro e está disposto a pôr seu nariz exatamente sobre tudo. Preferível seria se agora mesmo você se retirasse e voltasse aos seus afazeres - ou seja lá o que for (garanto que não me importo) -, e deixasse esse livro para lá. Curiosos não conhecem limites, falo por experiência própria, a começar por mim. A curiosidade nos tem levado a lugares dos quais nem sempre podemos sair, nos enredado em teias, redes, tramas que nos aprisionam por anos - dezenas deles -, que nos fazem devotar mais tempo às causas que aos efeitos. E se não souber sobre o que estou falando, ah, você não é exatamente o leitor que eu esperava, porque a escrita é isso. Deve existir alguém que diga que a escrita é libertadora, necessária e que nela reside um grande número de soluções; pois eu digo que estão mentindo. A escrita é a paga por eu ser enxerida demais. Me tornei uma contadora de histórias. Ah, você acha isso engraçado? Ou mesmo curioso? Pois posso lhe garantir que mesmo muito curioso, você aí do outro lado, com certeza, nem sempre presta atenção aos detalhes. Milhares deles escapam ao seu faro mexeriqueiro nesse momento, e histórias fantásticas ou assustadoras estão acontecendo nesse exato momento bem debaixo do seu nariz. E se você não acredita, quem sou eu para lhe provar algo? Mas saiba, há camadas entre a realidade que deixariam qualquer bom curioso de boca aberta. E numa dessas camadas, numa dessas dobras, há uma história... Uma estranha e que começa com uma criança: Nairobe.
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" -Se preocupar com alguém em... Algo problemático demais- Solto inconscientemente. De fato, como pensei. Amarras que lhe prendem, impedindo de ir longe demais, mas também... impedindo que você caia. Algo que lhe agarra a vida também, como para essa pessoa... Mas, ainda são Amarras Ainda doem, ainda são incômodas... Hah, nada tão fundamental vem sem dor nesse mundo não é? Até mesmo algo aparentemente tão puro como se importar, machuca... Não se importar também machuca? Eu estou machucado por isso também? Sem nada para comparar... eu, honestamente, não sei dizer. -Todos precisamos de alguém para nos preocupar, Ethan, ou nós morremos. -Diz, se levantando em direção a porta. Decidiu dormir? -Morremos? A morte, não importa de qual você esteja falando, realmente depende de outros? Você não está se equivocando? -De solidão- Ela sussurra, sua camisola preta balançando com o vento natural que sopra na sala enquanto ela sai do cômodo, terminando de falar sem olhar para trás: - Porque a vida não pode ser vivida sozinha, se não tiver ninguém, e ninguém tiver você....é morte. Por isso, encontre alguém ou algo para lhe fazer companhia em vida, porque acredite, na hora da morte, estará sozinho. " . . . . . . . . . . . . . . . . . Prévia do primeiro livro, a parte 1 do volume 1 da Quadrilogia "Os Elementos Celestiais"; Livro pelos olhos da água da profecia, descendente de Kakn, Deus do elemento água. Aqui reside apenas o primeiro "arco" da história e o capítulo "ponte" para o próximo arco, que estará disponível com todo o livro quando eu lançar o e-book. LIVRO ORIGINAL (NÃO É FANFIC) PLÁGIO É CRIME,PLAGIOU,PROCESSO LEVOU! PS: HISTÓRIA SENDO REESCRITA. Livro foi originalmente escrito por uma eu de 13/14 anos, e manterei a essência original do meu eu nessa história. Menino Nietzsche certa vez disse que quem dançava era julgado insano por àqueles que não ouviam a música, então, enquanto essa melodia martelar

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