Quatro Reinos

Quatro Reinos

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Nov 17, 2025
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Fiction
Romance
Um som na sala, fez Adora ficar estática. Fugir, já não era mais uma opção. Fechou os olhos com força, murmurando pra si, uma oração aos Deuses. Mas impulsionada metade pelo temor, metade por uma curiosidade mórbida, abriu os olhos e viu seu rosto pela primeira vez. O aspecto demoníaco que se erguia sobre ela, quase a fez gritar de terror. Era corpulento. Enorme Tinha o cabelo negro, e usava uma capa, da mesma cor, que ondulava as suas costas, movida de forma fantasmagórica, pelo vento que vinha pelas janelas abertas, como se tivessem vida própria. A luz da lareira refletia sobre seu rosto moreno e aquilino, jogando sombras, que o faziam parecer verdadeiramente satânico. As chamas dos candelabros reluziam em seus estranhos olhos, que brilhavam como tições, em seu rosto semi oculto, por uma espessa barba. Seus ombros maciços e enormes. Seu dorso, incrivelmente largo e os braços musculosos. Adora só precisou olhá-lo uma vez, para saber que era capaz de cometer qualquer uma das crueldades, as quais lhe eram atribuídas.
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⚠️ DARK ROMANCE!!! ⚠️ Ele sempre esteve ali. Sempre acompanhou-me por onde eu estava. Sempre esteve à espreita, observando-me. Ele sabia. Sabia que tudo aquilo ultrapassava todos os seus próprios limites. Sabia que, todo o caos que havia trazido de volta à minha vida, de repente, já não teria mais um retorno para um ambiente pacífico. No entanto, era exatamente isso que trazia brilho aos seus olhos acinzentados. Olhando para aquelas íris, eu podia ter a certeza de que estava perdida. Perdida numa trama repleta de desejo, adrenalina. Medo. E, acima de cada um desses sentimentos, estava a sede pela vingança, que impregnava minhas veias sem que eu, ao menos, percebesse. Eu não tive tempo de impedir que acontecesse. Foi tudo muito rápido, como um flash. Como se, por um momento, estivéssemos juntos mais uma vez, correndo contra o tempo e ultrapassando os limites da velocidade. E, ao abrir os olhos mais uma vez, notei nossas mãos entrelaçadas. Os nós dos seus dedos frios grudaram-se com os meus num gesto e toque possessivo, e somente aquilo me fez ter a certeza de que eu nunca mais estaria sozinha. Até porque, eu nunca estive. Sempre estivemos presentes na vida um do outro, por mais que a raiva nunca nos deixasse admitir. Havia algo nele que me puxava de volta ao abismo profundo de onde, por um momento, pensei que seria capaz de fugir. Nossa união era mais que suficiente para fazer estremecer aquilo que, muitos, ainda, acreditam ser o tão sonhado "mundo perfeito". E nós faríamos. Juntos. PLÁGIO É CRIME!!! Em revisão. Passando pelo processo de Reescrita.

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