Ariel and Justin

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Nov 17, 2015
(...) - Ainda não sei o seu nome – ele sorriu com o olhar para baixo, voltando rapidamente aos meus olhos. - Ariel – eu disse com a voz trêmula e senti as minhas bochechas um tanto quanto coradas. - Ariel como a Pequena Sereia? – ele perguntou curioso com um olhar de “matei a charada”. - Bem, na verdade não – eu ri – Não gosto de conto de fadas, não acredito em sereias e o meu cabelo nem vermelho é – respondi sem tirar o sorriso do rosto – mas a sua lógica está correta. Prefiro o significado natural, que é “Leão de Deus”, e mama também prefere – ele riu quando eu disse “mama”, corei. Percebi que estava falando demais, meu normal, porém permaneci em silêncio esperando a resposta dele, sem tirar os olhos dos seus olhos tão verdes. Não queria que ele me achasse chata logo na primeira conversa. - Religiosa? – ele perguntou sorrindo enquanto passava a mão no seu cabelo liso, tirando todo o penteado. - Não muito, mas o significado me cativa - respondi e fiquei em silêncio. Ele me encarava e eu tentava desviar os meus olhos dele, sem sucesso. - Ainda não sei o seu nome também – eu disse, na tentativa de me livrar daquele silêncio. - Saberás em breve – ele respondeu e se afastou de mim, com destino até a porta, indo embora. Essa foi a minha primeira conversa com ele. Meio esquisita e misteriosa, mas a primeira.
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Mudança

Havia um adolescente escritor tardio com uma paixão platônica e a mania de fantasiar quando escrevi esta novela, prepare-se para um melindre ridiculamente juvenil. E cerca de quatorze anos depois ali estava eu, diminuindo os passos enquanto me aproximava da insípida casa, cujos portões continuavam vermelhos, embora desbotados, e entrecortados horizontalmente, possibilitando a vista do quintal por essas largas fendas. Que curiosidade me atingiu, como um raio que saiu curvado da casa repentinamente reviçada. Curiosidade em saber se ele ainda morava lá. Em relembrar seu rosto, realmente apagado pelo tempo, só vivia na minha lembrança o fato da beleza e da atração, e agora ele por inteiro deveria portar uma beleza deslumbrante. Apesar de ter ficado ligeiramente animado com esse pensamento sensual, eu já imaginava que ele não era o que eu era, tal como demonstrara na época; eu estava de fato curioso em saber apenas esse fato: aquelas pessoas daquela época ainda moravam ali? Se eu tivesse com quem apostar, apostaria que não.

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