A Taverna do Amontillado

A Taverna do Amontillado

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WpMetadataReadPer adultiCompleta dom, nov 22, 2015
Entre na taverna, beba do Amontillado e tente sair, se puder. Os tijolos que podem prender alguém por aqui, no entanto, são feitos da mesma substância que o vinho lírico que escorre pela literatura através dos séculos até embebedar e inspirar os autores atuais: palavras ébrias, inspiradas pela embriagante vingança de O Barril de Amontillado, de Poe, pelas cenas pérfidas, cheias de sangue e álcool de A Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo e pela infinda e essencial Alma do vinho de Baudelaire. Beba deste vinho composto de letras sórdidas e sangrentas e seja bem-vindo ao submundo da alma humana, perdida no fundo de garrafas vazias. Antologia organizada por Amanda Leonardi Contos dos autores: Marina Franconeti Fernando Buzinari Fernanda Mellvee Leon Nunes Eduardo Soriano Eduardo Pasquali Capa por: Jardel Reis Design de fonte: Denis Pinheiro Fotos das Catacumbas de Paris por: Marina Franconeti
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Aquelas tuas palavras caíram sobre mim como meteoros súbitos na noite. A queda foi rápida, o barranco não muito profundo. A descida, porém, não foi das mais suaves. Qual são os preços pagos das lições aprendidas? É um risco que ocorre, Agulha contra o vidro, Eu tenho um bom punhado de assombrações que me acompanham, me sussurram desesperos [...] Era como se eu estivesse invisível. Tão mudo o escuro que o menor cochicho Na amplitude do silêncio é engrandecido Como cansa sentir tudo e não mais sentir nada! Não pense que não sei nada do mundo para entender. Reunindo 4 poemas e 6 contos, entre a prosa e a poesia, Paredes Invisíveis é um retrato de cacos quebrados além dos sentidos, pequeno relicário de um milhão de gotas de dolorosas melancolias. Quais os riscos que corremos? O que encontrar na escuridão? Quem nos espera e quem nos envenena? Por qual caminho seguir se não vemos sentido em tudo isso? São muitos, são muitos os vidros. Você aprende a conviver com eles. É preciso.

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