O primeiro encontro é o pior. A mão gela, o coração dispara em batimentos tão frenéticos a ponto de você pensar que ele vai sair pela boca(tomara que ele não saia, porque seria muito mico e como dizem: a primeira impressão é a que fica), dá um "troço" estranho na barriga, as pernas ficam bambas e você se concentra para tentar não cair do salto. Você fica sem saber o que falar ou fazer, então resolve evitar olha-lo nos olhos, enquanto ele faz questão em olhar fixamente para os seus.
- Porque não está na sala?
- É um momento família, eu não sou da família -disse enquanto cruzava os braços e eu me virei pra ele encostando a bunda na bancada dessa vez-
- Todos aqui gostam de você como se fosse da família, não precisa ser de sangue para ser considerado.
- Eu não disse que quero ser considerado -ele disse me encarando firmemente- Isso me tira alguns privilégios -disse minunciosamente e deu um passo em minha direção aproximando mais nossos corpos-
- Que privilégios? -eu nem sei como eu ainda conseguia falar a essa altura-
- Esses -disse antes de colar nossos corpos e tomar minha boca num beijo urgente-