Jessica Jones: Alias Psycopath

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Nov 28, 2015
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Fanfic
'Aquela noite, os homens batendo em um pobre coitado. O cheiro de sangue, o desespero, a briga. O homem estranho, as mulheres, a primeira ordem. Em mim: a resistência, a luta a derrota. O restaurante, a lingerie, o hotel. O nojo, a impotência.'' Esse foi o começo de minha história com o amante de purpura, mas infelizmente para mim, não foi o fim dela. Dizem que o homem nasce bom, e o mundo o deixa ruim, mas é difícil imaginar Kilgrave saindo por aí em Nova York brincando de super-herói. O que ele ganharia com isso afinal? Ah, lembrei, aparentemente ele nutre algum tipo de sentimento amoroso obsessivo destrutivo por mim, e aceitar o acordo significaria ficar ao lado dele, e ensina-lo o que seus pais sádicos não ensinaram. Como ser bom. Se é que alguém como ele pode aprender algo assim a essa altura do campeonato.
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Sua vida não era algo da qual ela gostasse, nem seu trabalho algo do qual se orgulhasse. Ser pisada e humilhada por uma sociedade que em sua grande maioria é preconceituosa, não deve ser algo que se enquadre nos planos de alguém com apenas vinte e cinco anos. Nessa idade você se imagina trabalhando na área que escolheu, rodeada por amigos e família. Também imagina, que toda a vez que põem o pé pra fora de casa, numa madrugada que sabia ser fria em Boston, é porque provavelmente é fim de semana e você irá a algum pub com esses amigos... Porém as madrugadas fora de casa de Anahi, não eram apenas aos finais de semana, e muito menos em um pub. A vida lhe dava rasteira atrás de rasteira e ela tinha que lutar todos os dias para seguir em frente. Porém "pero mira que bella es la vida, te sorprende quando menos crees". O destino resolveu se apiedar dela, colocando em seu caminho o jornalista Ian, só que ele não vinha sozinho, trazia em sua bagagem uma mãe que era desse lado preconceituoso da sociedade, e um irmão que mesmo que não fosse igual a mãe, ignorava a existência dessas pessoas que para eles, os ricos, eram consideradas o virus da sociedade. Esse era Alfonso, que tinha um plano de vida pronto, e uma ideia muito bem formada sobre pessoas como Anahí, sobre prostitutas. Porém, o que acontece quando seu irmão está empenhado em ajudar aquela mulher que até então ele tentava esconder que existia? E o que acontece quando sem querer ele já se via extremamente envolvido nisso tudo? E pior (ou melhor), quando a razão briga com o sentimento, quem devemos deixar vencer?

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