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Conquistas e Perdas.

Conquistas e Perdas.

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WpMetadataReadMatureComplete Mon, Sep 5, 2016
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Non-Fiction
Leandro era um menino muito pobre o sonho dele era ser cantor ,infelismente sua familia era muito pobre,nao tinha condições de realizar o seu sonho. Mas o pai dele trabalhava com carpimtaria ganhava o pão de cada dia,e leandro tinha 12 anos morava em las vegas ,ele ajudava ao seo pai as vezes jose ele tinha o seo próprio alojamento,quando completou a terceira semana o seu pai jose morreo. Passaram 5 anos e leandro,começou a trabalha no alojamento de seu pai ,Leandro fazia bancos ,cadeiras.camas e etc Certo dia a mae de leandro ganhou uma proposta para trabalhar em uma padaria,leandro estudava de manhan, su mae pegava servidão no turno da tarde,para que leandro não ficasse sozinho. Leandro juntava o seu,próprio dinheiro,para realizar seu sonho. Quando se passaram 4 anos leandro consegui juntar mais o menos uns 3.000. Ele conseguio fazer sua aula de musica.leandro ele tinha uma voz muinto agravel ate que a segundo aula ele já estava gravando o seu primeiro CD. Leandro fo contratado de umas das empresas de gravadoras mais ricas da sa cidade, no dia seguinte a sua gravadora coneguio um show pra ele fazer que foi onde ele mais queria no centro de sua cidade em lasvegas. Quando ele foi fazer o show sua mae teve uma queda, e leandro ficou muito preocupado entao ele teve que cancelar o seu show para poder levar sua mae ao hospital. Leandro entrou com sua mae, o medico so examinou a sua mae pelo estado dela, e ele disse meu filho sua mae esta com comesso de depressao cuide dela bem porque depressao e uma doenca que nimguem se brinca com ela.
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Morrer é uma surpresa. Sempre. Nunca se espera. Nem mesmo o paciente terminal acha que vai morrer hoje ou amanhã. Na semana que vem talvez, mas apenas se a semana que vem continuar sendo na semana que vem. Nunca se está pronto. Nunca é a hora. Nunca vamos ter feito tudo o que queríamos ter feito. O fim da vida sempre vem de surpresa, fazendo as viúvas chorarem e entediando as crianças que ainda não entendem o que é um velório (Graças a Deus). Com meu pai não foi diferente. Na verdade, foi mais inesperado. Meu pai se foi com 36 anos, a idade que leva muitos músicos famosos. Jovem. Moço demais. Meu pai não era músico nem famoso, o câncer parece não ter preferência. Ele se foi quando eu ainda era novo, descobri o que era um velório justamente com ele. Eu tinha apenas 16 anos, o suficiente pra sentir saudade pelo resto da vida. Se ele tivesse morrido antes, não existiriam lembranças. Nem dor. Mas também não haveria um pai na minha história. E eu tive um pai. Tive um pai que era duro e divertido. Que me colocava de castigo com uma piadinha pra não me magoar. Que me dava um beijo na testa antes de dormir. Que me obrigou a amar o mesmo time que ele e que explicava as coisas de um jeito melhor que a minha mãe. Sabe? Um pai desses que faz falta. Ele nunca me disse que ia morrer, nem quando já estava deitado cheio de tubos. Meu pai fazia planos para o ano que vem mesmo sabendo que não veria o próximo mês. No ano que vem iríamos pescar, viajar, visitar lugares que nenhum de nós conhecia. O ano que vem seria incrível. Eu vivi esse sonho com ele. Acho, tenho certeza na verdade, que ele pensava que isso daria sorte. Supersticioso. Pensar no futuro era o jeito dele se manter otimista. O desgraçado me fez rir até o final. Ele sabia. Ele não me contou. Ele não me viu chorar a sua perda. E de repente o ano que vem acabou antes de começar.

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