Eu prometo, Sara!

Eu prometo, Sara!

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Mar 23, 2016
Eu abri meus olhos e me deparei com um lindo buque... Tulipas, eu sabia que era dele, ele sempre soube que era as flores que eu mais amava. Minha vista ainda estava embaçada, tive medo que aquilo tudo fosse apenas o efeito da droga que fora aplicado em mim após o acidente. Olhei a minha volta para ver se o encontrava. Foi quando me deparei com os mais belos olhos azuis que um dia já vi na minha vida. Ok! Não era ele, era a mulher mais importante da minha vida. Minha mãe. - Oi querida, acho que alguém te mandou essas belas flores. Apenas dei um leve sorriso com um frio estranho na barriga, senti meus olhos pesarem a cai no sono novamente. Apos viver um relacionamento que só a machucou, Sara traçou planos na sua vida, os quais a impede de se relacionar com alguém, Até que Mat aparece na sua vida e a faz querer acreditar novamente naquilo que deixou a muito tempo
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ALVORADA

PLÁGIO É CRIME!!! *OBRA CONCLUÍDA* Quando eu, Rebecca Albuquerque, tive que me mudar para Uberlândia, nunca imaginei que conheceria pessoas e lugares fantásticos... Mas, aqui estou contando a cada um que estou perdidamente apaixonada por um par de indesvendáveis olhos verdes. Ele entrou na minha vida e no meu coração. Mexeu com os meus sentimentos. Me fez ter comportamentos que eu jamais pensei que teria e fez tudo isso sem uma cláusula sequer. Cada vez que aquele garoto esboçava um sorriso, por menor que fosse, era como se todo o meu corpo perdesse as forças. Eu me perdia em seus olhos, sorrisos e lábios. Tive novas experiências e amizades. Precisei guardar segredos. Apesar de que não esperava que diante de uma esfera tão amistosa houvesse pessoas próximas a mim que também viviam em silêncio. A curiosidade sempre foi um dos meus maiores defeitos, por isso, diversas vezes me colocava em maus lençóis. Mas, isso era tão grave para atrair olhares perversos? Então, passei a ser atormentada por minhas colegas de sala, não entendo se por minhas características físicas peculiares ou por minhas ações. Até o momento era algo comum de adolescência, só que ser perseguida por uma pessoa sequer tinha motivos (que eu conhecesse) para isso não fazia parte do roteiro.

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