A Minha, e a Tua Vida.

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WpMetadataNoticePublikasi terakhir Kam, Des 3, 2015
Havia dobrado a esquina, deixando para trás a última tentativa de relacionamento. Garota simpática, inteligente, sorriso tímido e de dentes tão brancos quais nunca havia visto.O hálito era agradável, o beijo, delicado; ainda que nada lhe despertasse de simpatia ou libido. Assim foi com algumas outras... Passeava naquele dia, somente isso. O peito vazio ainda incomodava, mas sabia que nunca o completaria de maneira convencional, e além disto, havia poupado muito por suspeitar que um dia haveria de querer a solidão. A mãe, único afeto, fora levada por uma epidemia de tuberculose em 54, e, de lá prá cá todo relacionamento foi instintivo, lógico e interessado; coisa de sobrevivência! Um quarteirão, outro, e outro. Os pés reclamavam muito; talvez sangrassem, mas sentia-se impulsionado a vagabundear até a exaustão.Não havia mais emprego, responsabilidade ou amigos que lhe ocupassem; então, continuou. Não podia precisar onde se encontrava à meia noite. A boca secara, e já nem sentira o resto do corpo tamanho era o cansaço.As casas daquela vila lhe eram de alguma forma familiares, e a sensação da terra fina e solta raspando e cobrindo o envernizado recém comprado o angustiaram muito.Não era cuidado com a aquisição, mas um sentimento nostálgico que lhe invadira uma ou duas vezes na vida; então parou na encruzilhada, olhou demoradamente o conjunto até que quando ia se virar ouviu o choro. O negrinho não estava tão distante, e ele não se importava; mas a curiosidade o arrastou para junto. Ajoelhou-se perto do corpo miúdo, tentou falar alguma coisa para que este se virasse, mas se sentia desajeitado. Tocou o braço, e o rostinho vestia olhos inchados de choro, e um ranho que escorria até o peito, fazendo lodo com o pó da rua.
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Bestial

Bestial conhece Isabelle depois de sofrer um acidente, um pouco depois de resgatar prisioneiros espécies com a ajuda de sua equipe. Isabelle agiu calmamente, tentando acalma-lo, mesmo quando ele rosnava para ela e assustava com o seu estado lastimável. Corajosa e bondosa, ele percebeu. Seu jeito e a forma como o tratou o fez querer conhecê-la. Podia contar nos dedos de uma mão quantos humanos podiam confiar. Sorte e coincidência ela estar ali perto. Isabelle havia tido uma discução feia com suas tias naquele dia, o que a levou a fugir de casa e ir para a melhor amiga. Quando ouviu o barulho alto, e em seguida o helicóptero caindo não tão longe de onde estava, ela não pensou duas vezes antes de pular o cercado que delimitava os canteiros da estreada de pedregulhos ás terras privadas de algum fazendeiro, e ir em direção ao helicóptero. Não sabia que sua vida mudaria drástica, e. prazerosamente, num piscar de olhos. (Trecho) " Ele estava em pé bem a sua frente. A camiseta branca apertava em seu corpo, delineando seu músculos. Isabelle, ainda encostada na porta e alheia ao fato de sua amiga ter escapulido de seu lado, cumprimentou o nova espécie com um aceno e um sorriso sincero a Bestial. - vejo que está bem. Fico feliz por você. - ela disse. - não vai me convidar para entrar? - ele perguntou, dando um passo incerto para mais perto dela. - ... Ou tem companhia? Ela sorriu, gostando de ver uma faísca de ciúmes em seu olhar exóticamente bonito. - tenho companhia. - ela concordou, vendo sua careta, e seu rosto ficar mais sério, ela continuou, ainda sorrindo: - minha amiga esta aqui. Ele ainda parecia zangado, seu olhar desconfiado mostrava que não acreditava em sua palavras. - algum macho? - ele rosnou a pergunta baixo, soando como uma ameaça. - não que eu saiba. - ela brincou. - não brinque comigo, minha pequena fêmea. - ele rosnou novamente, baixo, se aproximando mais dela, o suficiente para sentir sua respiração.

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