Youkai
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WpMetadataNoticeLast published Thu, Dec 24, 2015
"Sesshoumaru não é do tipo que diz "eu te amo" com tanta liberdade. Ele tem uma maneira especial de demonstrar seus sentimentos, provavelmente achando que não há necessidades de dizer o que sente, se ele já o demonstra. Daquela forma dele, claro. É como se dizer o tempo inteiro acabasse tirando o efeito que essas palavras tem de verdade. E eu não me importo. De verdade. Quando me apaixonei, eu não construí esperanças de que um dia ficaríamos juntos, nem pude imaginar que toda aquela merda aconteceria, também... Mas... Parte minha estava feliz! Feliz de uma forma que eu não era quando estava, supostamente, apaixonada por Inuyasha. Amar Sesshoumaru é um tipo diferente de amor. É algo egoísta, manipulador e doloroso. Ele não sabe que eu o amo... E por mim, ele nunca precisará saber. Esse sentimento que tenho por Sesshoumaru... É verdadeiro, não há dúvidas. Se eu vou ficar com ele ou não, pra mim não importa de verdade. Quero apenas que ele fique bem, e vivo. Quero estar perto dele o bastante para afastar qualquer ameaça. Ele não precisa saber meus motivos, por que isso apenas o faria se afastar de mim. Eu amo esse youkai cruel, Shippou... E essa é a coisa mais idiota que eu já disse em toda minha vida. Mas não vou mudar de ideia... Ele não precisa me corresponder. Não precisa me amar. Eu só quero... Poder ficar com ele o tempo que ainda me restar".
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Em um momento de rebeldia (como sempre), o pai de Sophie se cansa de sua malcriação e decide levar toda a família para passar uma temporada na Dinamarca, já que ele planeja expandir sua grande empresa de advocacia. O que Sophie não esperava era que seu pai a colocaria em uma escola de bons modos, onde ela conheceria Emma Lancaster, a princesa da Dinamarca. Sophie já a desprezava; odiava estar em um lugar onde havia uma princesa estudando, já que todos falavam de sua perfeição. Para ela, "ninguém é tão perfeito", e ria quando chamavam a princesa de "paz". A partir do dia em que se tornaram colegas de dormitório, Sophie sabia, bem lá no fundo, que Emma iria virar seu mundo de ponta cabeça. Emma sentia o mesmo, mas ambas estavam cegas por frustração, confusão e um ódio destilado uma pela outra. Emma não suportava a presença de Sophie; detestava ter sua cadeira na hora do almoço na frente da dela e nunca olhava para cima, apenas para a comida. Tinha raiva de olhar para aquela garota tão repugnante. Ela só poderia ser o caos em pessoa, e jamais se juntaria ao caos, nem por um momento. Era isso que elas pensavam, mas até seus gostos voltarem a fazer sentido, as piadas voltarem a ser engraçadas e a companhia se tornar pelo menos um pouco agradável, as risadas e as vozes voltarem a ser boas de ouvir... e o desejo pelo toque ressurgir com toda força. Suas mentes e corações poderiam gritar para que não se aproximassem, que não ficassem juntas, mas suas almas se esforçavam cada vez mais para que isso acontecesse. A alma de cada uma clamava pelo amor... Mas será que aconteceu? Dessa vez, o ditado "Os opostos se atraem" funcionou? Ou seria mais apropriado dizer que "Os opostos se atraem, mas não funcionam juntos"? Elas vão se amar? Vão se entregar? Deixar o mundo virar de ponta-cabeça? Deixar seus hobbies e vícios serem julgados e ordenados a parar? Deixar tudo aquilo que defendiam ir embora com o vento?

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