Entre Batalhas

Entre Batalhas

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WpMetadataReadOngoing1h 21m
WpMetadataNoticeLast published Thu, May 5, 2016
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Fiction
Romance
Maira está no meio de uma guerra. Não só no seu reino, mas também de uma guerra interna. Está sendo obrigada à se casar. À ir morar com seu noivo. Não poderá lutar para ajudar seu reino. Ela se acha responsável pelas mortes que acontecerá, ela queria deminuir o número de feridos dessa batalha. Ficar longe da sua família é doloroso para ela, principalmente de sua irmã. Maira não imaginava que as pessoas que ela confiava um dia iria trair ela tão friamente. - É verdade. Juízo garota. - Abracei ela mais uma vez e beijei sua testa. Ela sussurrou em meu ouvido: - Tudo irá ficar bem. Como as pessoas tinham certeza disso? De que tudo iria ficar bem? Estávamos entre batalhas agora, nada iria ficar bem. Mas eu teria que confiar nas palavras deles. Capa feita por: @FaanCosta
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#292
princesa
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Sozinha como a neve que cobre os campos de batalha, Yuki avança silenciosa, deixando para trás apenas rastros de sangue e silêncio. Conhecida como Neve Carmesim, ela não é heroína, mas também não é uma vilã comum. É algo diferente, algo entre o humano e o espectro: fria, calculista e implacável. A cada aldeia destruída, a cada soldado derrotado, a cada nobre executado, sua lenda cresce. Alguns a veem como justiceira que pune os cruéis e os corruptos, outros a temem como um demônio que caminha entre os vivos. Mas Yuki não busca redenção, nem glória, nem perdão. Seu caminho é marcado apenas por vingança, por memórias que jamais cicatrizam e pela inevitabilidade da morte que a segue como sombra. Desde o massacre de sua aldeia natal, onde perdeu tudo em meio a chamas e neve tingida de vermelho, Yuki carrega apenas a lembrança da dor. Essa lembrança é sua bússola, sua lâmina, sua razão de existir. Ao enfrentar generais cruéis, mercenários implacáveis, guerreiros lendários e até mesmo os nobres que ordenaram a destruição de sua família, ela nunca hesita. Sua espada dança entre a vida e a morte, executando cada movimento com precisão quase sobrenatural. Mas Yuki não é movida por fúria cega. Sua violência não é descontrole - é cálculo. Ela observa cada inimigo cair, como se estudasse o exato instante em que a vida deixa o corpo. Há frieza em seus olhos, mas também uma sombra de humanidade que insiste em permanecer, mesmo que deformada pelas cicatrizes do passado. A Neve Carmesim caminha só. Nunca forma clãs, nunca aceita aliados. Sua companhia é o silêncio, sua trilha é o sangue. Onde passa, a neve branca se torna vermelha, mas logo o vento e o tempo apagam seus rastros, como se o mundo tentasse esconder sua existência. Ainda assim, as histórias permanecem, contadas em sussurros entre aldeões e soldados: - "Ela caminha pela noite." - "Ela não poupa ninguém." - "Ela é a sombra na neve."

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