O proibido desejo de amar
Eu penso mais na tua pele e na tua língua
Do que na alma que teu olho me mostrou
É sem teu corpo que minh'alma fica à míngua
É no teu seio que conserto o que quebrou
E quando falo da tua luz assim, quem dera
Ela acendesse em mim o santo que não sou
Mas ilumina em meu olhar o olhar da fera
Que entre tuas pernas carne sã despedaçou
O que eu marquei na tua pele não se lava
Pode ser cheiro, hematoma ou cicatriz