Story cover for Margaret by CarmenBlanc
Margaret
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Continúa, Has publicado dic 31, 2015
A atriz Margaret DuBois acredita que os dias enfadonhos do novo século podem ser brilhantes com pequenas doses da década de 50 e de uma Hollywood que nunca viveu. Com uma carreira decadente no teatro e um instinto suicida, faz de Gregory Harrington, seu antigo amante, vítima dos próprios fantasmas, manipulando-o sem muitos esforços para que sempre a dê atenção, independente desta ser positiva ou negativa.
Nesse conto, Margaret nos apresenta um pouco da sua personalidade dúbia e de seus encantos místicos, fazendo-nos tão vítimas quanto Harrington.

- Resenha sobre Margaret postada no Cantinho da Escrita (15/03/16): http://cantinhodaescritablog.blogspot.com.br/2016/03/resenha-margaret-dubois.html
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Desgraça Pouca é Bobagem

16 partes Concluida Contenido adulto

Fruto de uma brincadeira entre amigos, essa despretensiosa obra se constrói tendo por base um humor anárquico, politicamente incorreto, por vezes negro. Rompendo laços com qualquer tipo de engajamento e com a cultura dita erudita, sem, no entanto, abrir mão da crítica aos valores de nossa sociedade caótica, preconceituosa e alienada, trata-se, em sua essência, de uma sátira ácida às telenovelas e programas de massa. O fio condutor da narrativa é a história conturbada da cândida, doce, sensual e nervosa Ludmárcia, típica mocinha romântica, e sua irmã desalmada, Lucrécia, que destrói as chances da primeira de ter realizado seu mais caro sonho, o de participar de um reality show, com isso mudando para sempre seus destinos. Mas isso é só o ponto de partida para uma saga intercontinental, na qual se agrega uma infinidade de personagens folhetinescos típicos: o anti-herói romântico, a boa amiga da mocinha, o chantagista, o sedutor, a "bruxa" má, o policial durão, e tantos outros. Uma história de grandes paixões, ódios, rancores, redenção, mistérios insuspeitos, assassinatos, e muitas reviravoltas, como só o bom e velho folhetim pode nos garantir. E tudo isso descrito com muito humor e ironia. De resto, uma boa leitura e ótimas risadas para todos vocês, porque, como dizia Chaplin: "Um dia sem rir é um dia desperdiçado."