O Demonio Filho Das Guerras

O Demonio Filho Das Guerras

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Jan 15, 2016
Em uma sala escura,com apenas uma fresta de uma pequena janela, Jack olha para fora. O inferno não era lá aquelas coisas. Apenas se ouvia a meio quilometro gritos de berros,Mais não era grande coisa. O cheiro de enchofre também chamava atenção,era estranho ficar preso por Dois meses... Como se você fosse um passarinho em uma gaiola,Jack se sentia preso.
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Está escuro... Tudo está tão escuro... Mas querendo ou não eu me acostumei com o quão escuro esse lugar pode ficar, não é como se tivessem janelas na masmorra do castelo. Eventualmente minhas orelhas captam alguns barulhos de gemidos do que eu posso assumir que são outros prisioneiros... Dele. Olhando em volta eu me deparo com a mesma paisagem de sempre, uma cela de pedra negra com essas barras de obsidiana que me impedem de fugir daqui... Ou antes fosse, ainda tenho esses grilhões de demonita me prendendo a parede da cela. Mas como eu havia dito, eu me acostumei com isso... Há apenas uma coisa nessa cela que me irrita profundamente, às vezes mais do que ele. Existe uma goteira dentro da minha cela, uma goteira que parece que só vem me atormentar quando não há mais luz lá fora... Ou pelo menos parece que eu só noto a sua existência quando a quietude da noite domina esse lugar. Eu não sei se é a ausência de conteúdo na minha mente... Talvez o tédio desse lugar esteja finalmente me deixando insano. Só que eu juro, a cada gota que caí contra esse chão frio, parece como se fosse um peso enorme caindo dentro da minha cabeça, eu não aguento mais escutar esse gotejar, minha cabeça não para de doer por causa disso. Só que eu escuto outra coisa que me faz esquecer do gotejar por alguns segundos, eram barulhos de passos, passos que ecoaram por toda a masmorra, e eu sabia exatamente a quem esses passos pertenciam. Passam mais alguns angustiantes segundos antes da figura dele se formar nas sombras, ele se aproxima da minha cela e simplesmente... Para. Ele parou completamente na frente da minha cela, com as mãos para trás das costas, sem dizer absolutamente nada e apenas me encarar. Isso... Isso me irrita muito. - O que você quer? - Eu rosno a pergunta voltando a olhar pra baixo, eu não quero ter que olhar pro sorriso convencido desse... Monstro. - Um trabalho novo apareceu pra você...

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