Vivendo Um Sonho

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Jan 18, 2016
Bartolomeu Diggol Lince é um homem normal, que leva uma vida normal. O que acaba se tornando um problema pois ele começa a entediar-se com a mesmice monótona de sempre. Uma noite, após voltar do trabalho, antes de dormir, ele avista uma estrela cadente ao longe, despencando suavemente pelos céus do outro lado da janela. Por mais que sempre achasse a idéia ridícula, Bartô resolve pedir à ela que quando acordasse, tivesse o melhor dia de sua vida. Um daqueles dias que vai valer apena lembrar no futuro. Uma pena que Bartô não bote fé na estrela. Que nem por um momento acredita que realmente pode acontecer. Seria realmente lamentável se a estrela decidisse realizar o pedido, sem que Bartô se desse conta. O dia vai desenrolando. Bartô vai vivendo. Como sempre viveu.
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Em um mundo onde proteger os seus era uma questão de sobrevivência, laços de sangue valiam tanto quanto vínculos afetivos, e a lealdade sempre se sobrepunha ao amor. Jimin nunca soube se existiu um mundo diferente daquele. Desde o nascimento, sua existência se resumia a uma rotina rígida, repetida dia após dia, como se o tempo tivesse sido moldado para aprisioná-lo. Viver era obedecer. Questionar era um risco que ninguém se permitia correr. A escuridão se estendia como um manto gelado, fria como o toque de um vidro rachado. Ela não acolhia, era uma névoa escura e espessa. Aqueles que nela habitavam não conheciam amor ou empatia; existiam apenas para para caçar, atacar e executar. Enquanto o sol permanecesse no céu, os humanos estavam seguros. Mas, quando a noite caía, a ordem era absoluta: esconda-se, não se mova, não faça ruído algum até o amanhecer. Era assim, e somente assim, que se continuava vivo.

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