Ironias de um Destino

Ironias de um Destino

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WpMetadataNoticeHuling na-publish Tue, Jan 19, 2016
Meu nome e Molly Parker, e eu sou uma suicida. Isso pode parecer estúpido pra vocês, mas não pra mim, tenho meus motivos, na verdade, minha vida inteira é um motivo. Não vou vim com aquela historinha de que sou um anjo querendo voltar pra casa, até porquê estou mais para o diabinho, sinceramente, acho que já tenho minha passagem vip para o inferno, mas isso não é o que importa? Querem saber o que houve? Então sentem-se, porque agora irei contar a verdadeira história pra vocês. -Molly Parker.
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Magugustuhan mo rin ang

  • Diário de uma Suicida
  • Alto do morro
  • O Anjo - Vidas & Mortes
  • Suas Vidas
  • •Além Da Marra
  • Minha Princesa
  • O Retorno
  • A face do meu anjo//volume 2// ZACHARY

[Esse livro contém temas sensíveis. Verifique os gatilhos antes de seguir com a leitura]. Sempre que revisito minha própria história, sinto como se estivesse tocando em cicatrizes que nunca fecharam. Algumas lembranças brilham, mas a maioria pesa. Eu oscilo entre o arrependimento e alívio. Sou feita de contradições. Ao mesmo tempo me culpo, me perdôo, me perco de novo. Antes de tudo acabar, eu revisitei cada detalhe da minha vida. Os momentos bons, os ruins e os que nunca consegui explicar. Há decisões que a gente toma mesmo sabendo que vão nos destruir... Eu tomei a minha. Meu nome é Angeline Julliet Lewis Montgomery. Nunca fui a protagonista de nada. Sempre fui a sombra nos corredores, a amiga de fulano e de sicrano. A garota da aula de biologia ou da peça de teatro.... Angie. Você talvez já tenha ouvido meu nome... não pelos motivos certos. Dizem que fui a garota que se apagou aos dezoito anos, mas a verdade é mais complexa do que qualquer boato que essa cidade vai sussurrar por aí. Minha família e meus amigos... eles são a parte que ainda aperta meu peito. Queria poupá-los. Queria que soubessem que não foi falta de amor. Queria que mamãe entendesse que ela foi a melhor que pôde pra mim. Que mesmo meus amigos tendo ido embora, eu não os culpo. É por isso que deixei as Cartas. Para que, de alguma forma, encontrem as respostas que eu nunca consegui dizer em voz alta. E se você, leitor, está lendo este Diário, então está prestes a descobrir o que ninguém viu (nem ouviu) enquanto eu ainda estava aqui. Talvez o que acontecer depois dependa de você.

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