Rumo ao Topo

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Mar 15, 2017
LIVRO 2- Artistique-se Ser uma simples aluna nunca foi o sonho de Octavia, não quando suas mãos clamavam por tintas e pincéis. Sua boina vermelha muitas vezes pendia para os lados ameaçando cair do seu cabelo negro escorrido. Ela até que tinha vontade de ser normal, mas isso, para ela, não era divertido. As vezes Mel saia apressada pelas portas do Studio, corria derrubando coisas gritando que estava atrasada, adivinhem só? Mais uma vez. Era fácil encontrá-la, onde tinha música, tinha Mel. E se tinha Mel? É óbvio que tinha música! Quando as coisas aparentavam ficarem piores, Emma resolvia tudo escrevendo num livro. E cuidado, muito cuidado! Você pode trombar nela por aí ( ou pode acontecer muito bem o contrário) porque, ela anda com a cara nos livros! Oh meu Deus! Papel e caneta! Vamos, vamos! Tive uma ideia! Você entraria na sala de dança nas pontinhas dos pés, isso porque Sky, ah sim! Sky dançaria e nós, não queremos tirar sua concentração, porque quando ela dança, nos leva junto para um novo mundo. Você pode sentir o vento e as nuvens? Eu posso! E tem tantos outros! Ah por quem eu começaria? Mas nem eu me entendo! Pra que dizer se você pode ler e descobrir? Bem vindo(a) a Artistique-se! Só que agora, Em Rumo ao Topo!
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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