Menina Delicada!

Menina Delicada!

  • WpView
    Reads 288
  • WpVote
    Votes 59
  • WpPart
    Parts 17
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Sat, Feb 27, 2016
Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje... Amanhã, já me reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim. Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar... Não me dou pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil... e choro também!
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • As Memórias de Esteban - Um Breve Ensaio do Tempo
  • 𝔸𝕄𝕆ℝ 𝔻𝔼 𝕀ℕ𝕋𝔼ℝ𝕀𝕆ℝ - 𝒔𝒊𝒎𝒐𝒏𝒆 & 𝒔𝒐𝒓𝒂𝒚𝒂
  • Primeira dama
  • O Diário De Um Sonhador!
  • Mente Criminosa
  • Grávida de um traficante
  • No morro da maré
  • 311 Dias Antes Do Fim

Você não queria estar aqui lendo esse monte de merdas; e, talvez, eu também não queria ter escrito essas coisas. Porque se existisse algo que fizesse-nos sentir úteis, a mísera possibilidade de possuir essa coisa, de bom grado, estaríamos doando até a nossa alma, ou o que restou dela. Não estaríamos perdendo tempo lendo essas coisas. Por favor, caro leitor, não demonizem os meus pensamentos, nem as minhas lembranças. O diabo é coisa séria, e eu não ousaria brincar com alguém que sente prazer em ter a companhia de outras pessoas; mas também é preciso ter o mínimo de decência, e vocês hão de concordar comigo, não é preciso trazer a tona a sua moralidade religiosa, subjugar palavras de um tolo que não tem nada para lhes oferecer. Eu tenho uma cabeça doente, a minha alma foi forjada pelo fogo da tristeza e da solidão. Isto não é um manifesto contra toda a distopia criada pela minha memória. São, apenas, palavras. Palavras soltas tentando remontar a minha memória; essa, sempre desconexa, que coexiste pelas lembranças de um passado desordenado, um presente difuso e um futuro, indecentemente, incerto. Hoje, eu já não sei mais o que eu sou, mas, um dia, eu já fui o Esteban.

More details
WpActionLinkContent Guidelines