Com Dor E Amor, Clarisse.

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Aug 28, 2020
Meu nome é Clarisse, tenho 20 anos (quase 21) e sou só uma jovem de mente conturbada. Que foi uma adolescente de mente conturbada... Mas não é só isso. Eu escrevo esse diário. Ou essa carta. Com meus gritos de tristeza, de alegria, de cansaço. Mas acima de tudo, com dor e amor, Clarisse.
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Escrevi cartas quando não havia mais ninguém para ouvir. Escrevi porque doía demais guardar tudo só pra mim. Escrevi para o amor que partiu, para o que não chegou, para o que nunca existiu de verdade... e, acima de tudo, escrevi para o amor que um dia fui capaz de sentir - mesmo quando não havia retorno. O amor que, no fim de tudo, sempre esteve em mim. Entre páginas não lidas e amores não correspondidos, nasce um livro feito de confissões, saudades e silêncios. Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor, reúne cartas reais escritas por alguém que amou com toda a alma, mesmo quando o outro já não estava mais lá. Não são cartas para serem respondidas - são desabafos de quem sobreviveu à ausência e transformou a dor em palavra. Se você já amou alguém ao ponto de se perder, talvez se reconheça aqui. E, se ainda não se encontrou, talvez essas cartas possam te guiar de volta porque, às vezes, a gente só precisa escrever para continuar existindo.

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