A Companhia da Chuva

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WpMetadataNoticeDernière publication jeu., mars 17, 2016
Quando saem sem fechar a porta Vem até a mim um frio vento Que antes mesmo de ir embora Me sussurra aos ouvidos como pensamento Ninguém estará comigo lá Fora Assim como ninguém esteve por todo esse tempo Escorre pelo Vidro, pingos de chuva eufórica Desesperadamente para meu Lamento Ponho o Sobretudo de Capa e a Galocha pois um Guarda-chuva já se foi com o Vento Embora a Chuva seja apenas uma Criança me molhando As vezes parece um Mulher em fúria me arrastando Levando contigo tudo que era pouco o que tinha Me deixando o estrago do prejuízo Quem Sabe esse possa ser meu último drink Posso parar amanhã ou depois esse meu vício Mas "Dou a minha Palavra" eu não digo Pois a Chuva uma hora passa Mas volta depois com o mesmo falso Sorriso...
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Meus olhos te viram triste Olhando pro infinito Tentando ouvir o som do próprio grito E o louco que ainda me resta Só quis te levar pra festa Você me amou de um jeito tão aflito Que eu queria poder te dizer sem palavras Eu queria poder te cantar sem canções Eu queria viver morrendo em sua teia Seu sangue correndo em minha veia Seu cheiro morando em meus pulmões Cada dia que passo sem sua presença Sou um presidiário cumprindo sentença Sou um velho diário perdido na areia Esperando que você me leia Sou pista vazia esperando aviões Meus olhos te viram triste Olhando pro infinito Tentando ouvir o som do próprio grito E o louco que ainda me resta Só quis te levar pra festa Você me amou de um jeito tão aflito Que eu queria poder te dizer sem palavras Eu queria poder te cantar sem canções Eu queria viver morrendo em sua teia Seu sangue correndo em minha veia Seu cheiro morando em meus pulmões Cada dia que passo sem sua presença Sou um presidiário cumprindo sentença Sou um velho diário perdido na areia Esperando que você me leia Sou pista vazia esperando aviões Sou o lamento no canto da sereia Esperando o naufrágio das embarcações

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