De Janeiro a Janeiro

De Janeiro a Janeiro

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Post de segunda a sexta !!!! Vem :D Sinopse: Tudo está bem quando termina bem. Não, as coisas não são bem assim, bem que eu queria que fosse mais não são. 4 meses á traz estava tudo bem, e hoje eu estou aqui, debilitada, sem se quer poder comer sozinha, devido a fraqueza. Até quando isso irá durar? Até quando? Ainda bem que tenho Bryan! Não sei se ele vai aguentar estar ao meu lado a todo o momento, mas os momentos em que ele estiver, vou aproveitar o máximo, afinal ele disse que me amaria até o fim mundo. Prologo: Duda narrando -- Eu te amo Duda, eu jamais te abandonaria neste momento difícil, eu sempre estarei aqui, até o mundo acabar - ele falou me olhando profundamente nos olhos, eu via veracidade em seu olhar. -- Se eu não tiver mais aqui, quero que você seja feliz - Falei olhando nos olhos dele, e as lagrimas ameaçavam cair, mais eu não queria chorar, não queria que ele me visse chorando, mais o meu coração batia descompassadamente, e a máquina já acusava, me faltou o ar, senti que ele segurou a minha mão, e voltou com a máscara de oxigênio para meu rosto, fazendo aos poucos minha respiração voltar ao normal. -- Meu amor, você vai ser forte vai sair dessa você vai ver, fica calma senão tudo será pior, - ele disse me dando um beijo na mão. Bryan ficou ali por mais alguns minutos, quando o Oncologista entrou, pedi-o para que ele saísse, pois iriam começar meus exames de rotina, Bryan beijou minha mão, sorrio e saio pela porta.
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Em um momento de rebeldia (como sempre), o pai de Sophie se cansa de sua malcriação e decide levar toda a família para passar uma temporada na Dinamarca, já que ele planeja expandir sua grande empresa de advocacia. O que Sophie não esperava era que seu pai a colocaria em uma escola de bons modos, onde ela conheceria Emma Lancaster, a princesa da Dinamarca. Sophie já a desprezava; odiava estar em um lugar onde havia uma princesa estudando, já que todos falavam de sua perfeição. Para ela, "ninguém é tão perfeito", e ria quando chamavam a princesa de "paz". A partir do dia em que se tornaram colegas de dormitório, Sophie sabia, bem lá no fundo, que Emma iria virar seu mundo de ponta cabeça. Emma sentia o mesmo, mas ambas estavam cegas por frustração, confusão e um ódio destilado uma pela outra. Emma não suportava a presença de Sophie; detestava ter sua cadeira na hora do almoço na frente da dela e nunca olhava para cima, apenas para a comida. Tinha raiva de olhar para aquela garota tão repugnante. Ela só poderia ser o caos em pessoa, e jamais se juntaria ao caos, nem por um momento. Era isso que elas pensavam, mas até seus gostos voltarem a fazer sentido, as piadas voltarem a ser engraçadas e a companhia se tornar pelo menos um pouco agradável, as risadas e as vozes voltarem a ser boas de ouvir... e o desejo pelo toque ressurgir com toda força. Suas mentes e corações poderiam gritar para que não se aproximassem, que não ficassem juntas, mas suas almas se esforçavam cada vez mais para que isso acontecesse. A alma de cada uma clamava pelo amor... Mas será que aconteceu? Dessa vez, o ditado "Os opostos se atraem" funcionou? Ou seria mais apropriado dizer que "Os opostos se atraem, mas não funcionam juntos"? Elas vão se amar? Vão se entregar? Deixar o mundo virar de ponta-cabeça? Deixar seus hobbies e vícios serem julgados e ordenados a parar? Deixar tudo aquilo que defendiam ir embora com o vento?

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