O Menino e o Campo

O Menino e o Campo

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WpMetadataReadPer adultiIn corso49m
WpMetadataNoticeUltima pubblicazione ven, mar 1, 2019
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Narrativa
Narrativa Storica
Meu nome é Sebastian Eisenhower nasci no dia 15 de Janeiro de 1936 na cidade de Cracóvia, na Polônia. Meu pai, Friederich Eisenhower era um homem de negócios movimentava o mercado de ações na bolsa e a minha mãe Magdalena Eisenhower começou a trabalhar como modelo e dançarina nos cabarés de Berlim, na Alemanha. Mas desde que se casou com o meu pai, em 1931, se dedica apenas nos serviços de casa, cuidando de mim e da minha irmã Eva. Éramos de família Judia, assim como a maioria da Polônia naquela época. Estamos no ano de 2016, acabei de completar 80 anos. Decidi contar a minha experiência como priosioneiro judeu no Holocausto nazista porquê nunca ninguém abordou o campo aonde eu vivi boa parte da minha infância. Eu sou um dos sobreviventes de Treblinka, na Polônia e esta é a minha história. Essa é uma obra literária de ficção baseada em acontecimentos durante a Segunda Guerra Mundial. Uma homenagem à todos que lutaram e morreram desde a Noite dos Cristais até o terrível martírio nos guetos de Varsóvia.
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  • Neve Carmesim

Sozinha como a neve que cobre os campos de batalha, Yuki avança silenciosa, deixando para trás apenas rastros de sangue e silêncio. Conhecida como Neve Carmesim, ela não é heroína, mas também não é uma vilã comum. É algo diferente, algo entre o humano e o espectro: fria, calculista e implacável. A cada aldeia destruída, a cada soldado derrotado, a cada nobre executado, sua lenda cresce. Alguns a veem como justiceira que pune os cruéis e os corruptos, outros a temem como um demônio que caminha entre os vivos. Mas Yuki não busca redenção, nem glória, nem perdão. Seu caminho é marcado apenas por vingança, por memórias que jamais cicatrizam e pela inevitabilidade da morte que a segue como sombra. Desde o massacre de sua aldeia natal, onde perdeu tudo em meio a chamas e neve tingida de vermelho, Yuki carrega apenas a lembrança da dor. Essa lembrança é sua bússola, sua lâmina, sua razão de existir. Ao enfrentar generais cruéis, mercenários implacáveis, guerreiros lendários e até mesmo os nobres que ordenaram a destruição de sua família, ela nunca hesita. Sua espada dança entre a vida e a morte, executando cada movimento com precisão quase sobrenatural. Mas Yuki não é movida por fúria cega. Sua violência não é descontrole - é cálculo. Ela observa cada inimigo cair, como se estudasse o exato instante em que a vida deixa o corpo. Há frieza em seus olhos, mas também uma sombra de humanidade que insiste em permanecer, mesmo que deformada pelas cicatrizes do passado. A Neve Carmesim caminha só. Nunca forma clãs, nunca aceita aliados. Sua companhia é o silêncio, sua trilha é o sangue. Onde passa, a neve branca se torna vermelha, mas logo o vento e o tempo apagam seus rastros, como se o mundo tentasse esconder sua existência. Ainda assim, as histórias permanecem, contadas em sussurros entre aldeões e soldados: - "Ela caminha pela noite." - "Ela não poupa ninguém." - "Ela é a sombra na neve."

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