Story cover for Mayombe by caioherminio
Mayombe
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Continúa, Has publicado mar 17, 2016
O Mayombe começa com um comunicado de guerra. Eu escrevi o comunicado e...o comunicado pareceu-me muito frio, coisa para jornalista, e eu continuei o comunicado de guerra para mim, assim nasceu o livro." - Pepetela Escrito no período em que Pepetela participou na guerra pela libertação do seu país, Mayombe é uma narrativa que mergulha fundo na organização dos combatentes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), trazendo à tona as suas dúvidas, contradições, medos e convicções. Os bravos guerrilheiros que lutam no interior da densa floresta tropical confrontam-se não só com as tropas portuguesas, mas também com as diferenças culturais e sociais que procuram superar em direcção a uma Angola unificada e livre.
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Maria Flor e Seus Dois Namorados Debatem a Direita e Esquerda Política de Rodrigoh021
18 partes Concluida
Diante do turbilhão de ideias sobre o rumo que o Brasil deveria tomar nas últimas eleições, da polarização crescente e da necessidade de se aprofundar o conhecimento sobre política, vislumbrei a possibilidade de elaborar um caminho lúdico para demonstrar, por meio de uma novela ficcional, como os eixos que separam as ideologias surgem do âmago da natureza do indivíduo. Isso tudo de uma maneira menos pesarosa (em detrimento do cenário atual), e que tivesse uma abrangência, ou uma amplitude maior, principalmente, para os jovens que se iniciam na política. A história de Maria Flor e seus dois namorados visa a destrinchar questões como "Quem está certo?", "Qual o caminho a seguir?", e se há esperança ao fim da jornada. As situações com que a protagonista se depara, as personagens que cruzam o seu caminho e o interesse por ela demonstrado, lhe conduzem ao conhecimento. Seu dilema, ainda pode ser encarado metaforicamente, desde os flertes com cada lado ideológico, representado pelos namorados, passando pelo embate entre eles e culminando no momento da escolha, cuja forma como se dá, também, possui um significado. Ressalto que o leitor perceberá que a trama acontece em um cenário que contém elementos-símbolos da razão e emoção, muitas vezes vivos e participantes. A busca incessante da protagonista por entender o motivo pelo qual as outras personagens têm a certeza de que o modo de pensar delas é o correto, a leva a se abrir empaticamente e a se encantar pelos opostos, embora o destino dessa jornada vá bem além do que se poderia imaginar.
Não dê a mão à palmatória - Amanda CM Pellini de clubebookoficial
15 partes Concluida Contenido adulto
A Narrativa do livro é independente (não tem necessariamente um protagonista), ela circula entre heroínas e heróis como: o Zé do Bairro, um dos organizadores do Quilombo do Amarildo, a Amanda Daomé, uma presa política que é resgatada de uma cápsula biológica onde era mantida em cárcere sob a pena de virar uma ciborgue. Trazendo um retrogosto de porões da ditadura, e cultura cyberpunk, afrofuturista, o livro chega a uma conclusão de que a união dos oprimidos propõe um futuro retrô com uma aventura, é cativante, perturbadora e sensual que revigora nosso poder de crítica. Em um futuro Brasil distópico, mostra a luta de uma comunidade livre de preconceitos, contra a ditadura do General Pastor Arthur que está no poder de uma ditadura em 2013. Dentre ciclos de loucuras famosidades na presidência e o rebatismo violento como "bolinho de jesus" o acarajé da iguaria bahiana. Não dê a mão à palmatória começou a ser escrito em 2012 e foi registrado em 2014, é uma ficção que se assemelha a realidade, é um romance que transparece a violência sofrida pelas minorias que buscam seus direitos e uma revanche. Além de prever muitos acontecimentos, o Golpe de 16 e coisas mundanas como o Brasil perdendo a copa em 14. A autora aborda temas como feminismo, luta neoliberal, mercado da água, religiões de matrizes indígenas e africanas, novas possibilidades sociais, teorias para a paz. Retrata como um povo que foi humilhado e destruído, pode ter sua redenção para um futuro mais igualitário e coletivo. Não é uma briga entre o bem e o mal, mas sim uma tentativa de explicar como a história chega a um ponto violento, não é profético é sensível, é um grito de esperança diante de direitos roubados e da sagrada natureza feminina que é violada em uma humanidade ferida. Afinal quando vamos parar de machucar uns aos outros?
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