PERDIDA EM MIM MESMA

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Feb 17, 2018
- Meu nome é Emy, tenho 17 anos e sou brasileira. Meu pai morreu em um acidente de carro a uns anos atrás, eu era bastante agarrada a ele, éramos como unha e carne, ou digamos, Pai e filha?! Depois da morte dele eu me fechei bastante para o mundo. Eu tinha perdido aquele ar de querer ser sempre feliz, ou mostrar prós outros que estava feliz, apenas deixei minha realidade se exposta, ou seja, nunca estava feliz. Minha mãe namorar um cara a alguns anos, o conheço e ele parece ser alguém bastante simpático. Não que eu concorde com os dois namorarem, mas.. a escolha não é minha. Ele a pediu em casamento já faz um mês, e eu não conheço a família dele, só sei que ele tem um filho de 17 e uma menina de 8.. Espero que nós três sejamos bons conhecidos... Afinal o casamento é hoje. Conversar com o filho. John: Não adianta fingir se simpático com você, eu ainda não consigo aceitar, e eu estou me esforçando Emy: acha que só você? EU SÓ QUERIA MEU PAI DE VOLTA - GRITO
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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