Uma Chance Para Amar

Uma Chance Para Amar

  • WpView
    LETTURE 9
  • WpVote
    Voti 1
  • WpPart
    Parti 1
WpMetadataReadIn corso
WpMetadataNoticeUltima pubblicazione ven, mar 25, 2016
O dia tava nubrado e fresco, eu considero um dia perfeito já que em Belvista o tempo costuma ser bem quente. E lá estava eu caminhando em direção a parada da rua metle às 7:00h da manhã pra pegar o ônibus. Eu era a única garota que pegava ônibus naquela parada e até que gostava de ser a única ali, gostava da solidão. Minha mãe costumava falar que eu fiquei assim depois que meu pai morreu, e ela está certa eu e meu pai eramos muito apegados, ele sempre me vazia rir quando eu estava triste e me dizia que tudo ia da certo mesmo sem saber o motivo; Lembro-me de uma frase que ele me dizia sempre que as coisas não a iam bem; "nunca deixe de lutar pelos seus sonhos mary, se você for persistente eles vão se realizar". E então ele se foi e tudo mudou. -Bom dia Mary! - Bom dia senhor Frank! - Como estão as coisas hoje? - Bem, por enquanto. - o senhor Frank sempre me cumprimentava ao entrar no ônibus, ele costumava ser bem simpático com os passageiros, eu ficava imaginando se ele não ac
Tutti i diritti riservati
Entra a far parte della più grande comunità di narrativa al mondoFatti consigliare le migliori storie da leggere, salva le tue preferite nella tua Biblioteca, commenta e vota per essere ancora più parte della comunità.
Illustration

Potrebbe anche piacerti

  • Sempre a Seu Lado ♥
  • Será AMOR?
  • Vampiros, Clã Kratos
  • Uma Bella Adormecida
  • A Enfermeira do Traficante
  • O riso, o raso e a reza
  • Pecados de minha pele
  • 2°- O Filho Idiota Do Meu Novo Padrasto. - Concluído.
  • B'shert [O contraste de suas luzes] - DEGUSTAÇÃO

~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

Più dettagli
WpActionLinkLinee guida sui contenuti