A Garota Do Castelo De ECO

A Garota Do Castelo De ECO

  • WpView
    Reads 44
  • WpVote
    Votes 1
  • WpPart
    Parts 1
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Sun, Mar 27, 2016
- O eco é engraçado, não é mesmo? - disse a garota, olhando uma flor azulada que se destacava entre as outras flores brancas - Ele repete nossas palavras, e nos fazem refletir sobre nossos pensamentos... - Ela fez uma pausa - É como um espelho de palavras, e o mais legal, é que ele não pode se quebrar! - Ela se levantou, devagar, se mantendo de costas - Você entende? - ... - Sabe... Eu apenas queria que não fosse a única a entender isso... - Ela sorriu de canto - Mas isso não importa, quer dizer, não mais! - Então ela começou a caminhar em frente, mas parou para falar algo. - Saiba que, as pessoas neste mundo não são como parecem ser. Todas elas têm suas partes sombrias, que encobrem sua bondade. Mas eu vou confiar em você, ok? - Ela continuou andando em frente, desaparecendo nas sombras.
All Rights Reserved
#583
tragédia
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • Out Of The Woods?
  • Sombras de Luz
  • Dark Mind
  • Podemos fazer isso- Era dos marotos
  • Dancing With Our Hands Tied | Drarry
  • Memento Vitae | Hermione Granger
  • Supernatural: Réquiem
  • Os Filhos de Fenrir

Ela sorria para o mundo, como se um sorriso pudesse ser capaz de fazer as coisas melhorarem. Talvez fosse. Mas sabia que as coisas não ficariam bem tão cedo. Lá fora chovia, fazia frio, e ela ficava na janela lendo seu livro, perdida em pensamentos. Como foi que as coisas chegaram a esse ponto? Já não sabia dormir cedo, já nem dormia muito. Quase nada. Madrugada de Abril. Desenhou um coração no vidro da janela. O mundo real parecia cada vez mais distante dela. A solidão lhe fazia companhia. Ela tinha amigos e um namorado. Mas eles estavam ocupados com suas vidas cheia de coisas, que não poderiam enxergar que a dela estava tão vazia. E ela não se importava, sorria. Se for para morrer que seja sorrindo. O silêncio as vezes é bom, outras não. Ele pode lhe fazer enlouquecer. Gritou muitas coisas para ela. Verdades invisíveis, agora ao seu alcance. Ela era a mão que acolhia, uma salvadora de vidas. Amiga para todas as horas. Nada que pudesse ser compreendido. Tudo que pusera ser sentido!

More details
WpActionLinkContent Guidelines