Republic XO

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Mar 28, 2017
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Fiction
Romance
Uma herança, uma amizade e uma idéia maluca. Mesmo com tudo organizado, Rebecca e América, sabiam que as coisas poderiam não sair exatamente como o planejado. Com o peso de administrar uma república - criada por América -, os planos das melhores amigas acabam tomando outro rumo. A partir do momento em que Rebecca deixa o conforto de seu apartamento, para ajudar sua melhor amiga a tomar conta da Republic XO, sabia que teria que conviver com pessoas desconhecidas, onde poderiam surgir grandes amizades, ou, grandes atritos. América, no entanto, tenta se livrar da dependência dos pais, conservadores e controladores, que vigiam todos os passos da garota. Tendo a Republic XO como sua válvula de escape, América decide que é hora de cuidar de seu próprio nariz a partir de então. Porém, mal sabiam elas, que o destino estava ali, zombando dos planos e pronto para bagunçar a vida dessas veteranas.
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Diante da dor lacerante e da crueldade que se interpõe entre dois corações, a pergunta "O amor é mesmo capaz de suportar e superar tudo?" ecoa com uma urgência lancinante. Rebecca Armstrong, com o coração em frangalhos e a alma dilacerada, encarou a mais cruel das escolhas. Não era apenas a sua vida que estava em jogo, mas a da mulher que amava e, ainda mais precioso, o fruto puro e inocente do amor delas. O ódio cego de um homem, um veneno destilado em cada ameaça, forçou Rebecca a um ato de desespero: abandonar Freen. Cada passo que a afastava era uma punhalada em sua própria alma, um grito abafado de dor que apenas ela podia ouvir. As memórias de risadas compartilhadas, toques gentis e promessas sussurradas em noites estreladas transformaram-se em fantasmas que a assombravam, lembrando-a do paraíso perdido. Mas o amor de Rebecca não era egoísta; era um amor que se sacrificava, que renunciava à própria felicidade para garantir a segurança daqueles que mais importavam. Enquanto Rebecca se desfazia em lágrimas e saudade, Freen Sarocha afundava em um abismo de desespero. A ausência de Rebecca era um vazio excruciante, um eco constante de algo precioso que havia sido arrancado de sua vida sem explicação. Cada dia era uma batalha contra a desilusão, cada noite uma vigília silenciosa por um retorno que parecia nunca chegar. O pai, com uma frieza calculista e uma fachada de compaixão, ofereceu a Freen o ombro para chorar, a mão para guiar, a voz para consolar. Ele se tornou seu porto seguro em meio à tempestade, o farol que a guiava através da escuridão. Freen, em sua vulnerabilidade, agarrou-se a essa tábua de salvação, sem sequer imaginar que a mão que a consolava era a mesma que havia arquitetado sua desgraça. A ironia era cruel, a traição, um punhal envenenado cravado em sua confiança. Ela via no pai o apoio que precisava para seguir em frente, sem saber que ele era o verdadeiro artífice de sua dor, o marionetista sombrio que

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