Un misterio sen resolver

Un misterio sen resolver

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Apr 6, 2016
A mesma rutina de sempre. Sempre seguindo o mesmo camiño , de casa á escola e da escola para casa , pero todo cambiaria unha mañá de maio , concretamente o 6 de maio de 1997 . Comecei o día coma calquera outro. Era unha maña soleada pero ao mesmo tempo fresca . Eran máis ou menos as 8 da maña e eu dirixinme cara a escola coma outro día calquera . Era un camiño longo , tiña q percorrer case toda Viveiro e despois cruzar a ponte para finalmente chegar ao meu indeseable destino .Case no centro da cidade , chamoume a atención unha nota escrita pegada nunha tubería . No papel poñía Roosevelt . Eu, quedei sorprendido , xa que , nas miñas longa andanzas ,non acostumaba a ver cousas así . Sen máis contemplacións arranquei o papel da tubería e seguín co meu recorrido . O resto da mañá paseino nas clases , un pouco de francés , outro tanto de lingua... En fin ,unhas clases que cada día parecían facerse máis intragables . Pero case toda a miña atención levouna aquela misteriosa nota. Toda a mañá pensando nunha única pregunta : ¿ Que é Roosevelt ?
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Sabem aqueles momentos em que tudo está bem e no segundo seguinte tudo desmorona? Pois eu sei bem de qual é a sensação. Estou a passar por esse momento agora. Num minuto tudo estava bem e a seguir temos que mudar a nossa vida para que as más lembranças desaparecem. Neste momento estou a caminho de Londres, para que apenas as boas lembranças fiquem na memória. Ficar naquela casa em Lisboa, não era saudável, pois apenas pensávamos naquele acidente em que levou uma parte de mim. Uma parte de mim morreu naquele dia. Uma parte de mim morreu com o meu pai. A dor que sinto é completamente arrasadora e inexplicável. Já fez duas semanas desde aquele dia, e aquela imagem não sai da minha cabeça. Por mais que eu queira não consigo apagá-la da minha memória. Apenas quero lembrar os bons momentos, as palavras de carinho, os abraços que reconfortavam qualquer pessoa. Mas por mais que eu lute, aquela imagem aprece sempre lá. Sinto uma dor no peito quando me apercebo de que nunca mais vamos estar os quatros juntos. O meu peito aperta quando me lembro de uma família feliz a passear no parque e agora esses momentos não voltam nunca mais. O meu peito aperta tanto, que por vezes não consigo respirar, ao saber que nunca mais vamos ser uma família. Apenas quero que eu, o meu irmão e a minha mãe consigamos seguir em frente lembrando sempre dos bons momentos em que passamos juntos, como uma família feliz.

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