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O Legatário

O Legatário

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Jun 13, 2016
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Fiction
Paranormal
O que consideramos incrível nos dias de hoje? Alguém conseguindo lamber o próprio cotovelo? Uma celebridade fazendo alguma merda mas mesmo assim continuar sendo o ídolo de diversas adolescentes acéfalas? Ganhar diversos likes só porque postou uma foto mostrando os seios? O ser humano considera praticamente todo tipo de coisa fútil um feito incrível, estamos vivendo em uma geração decadente, que busca priorizar a beleza e o quanto você tem no bolso. As pessoas deveriam se preocupar com o jeito de como levam a vida, se preocupar com aqueles que vivem ao seu redor, perceber que as suas ações afetam a todos. Mas o que acontece à aqueles que não fizeram nada disso? Que somente se importaram com o seu próprio umbigo? Que aproveitaram a sua vida egocêntrica e só pararam para pensar nos outros quando já era tarde demais? A única coisa que lhes resta é sentir saudades e além disso sentir o peso da culpa. A morte faz algo que a vida não faz, ela aproxima as pessoas que estão distantes, ela as faz refletir, sentir remorso e pensar que poderiam ao menos ter aproveitado a companhia de quem não está mais entre nós. Peter tem o dom que os egocêntricos pagariam para ter, é fato que os que mais precisam são aqueles que menos querem e Peter embora não saiba precisa e muito. (Postagens as sextas)
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  • 𝐀𝐠𝐚𝐭𝐡𝐚 [𝐃𝐀𝐑𝐊 𝐑𝐎𝐌𝐀𝐍𝐂𝐄]

Destino. Oito em cada dez pessoas preferem o azul. Eu sou uma delas. O azul do vestido de Cinderela que chorei para mamãe comprar, aos sete anos. O azul do balançador que me fraturou uma vértebra, aos nove. O azul da minha calcinha com uma suave marca vermelha, aos doze. O azul do consultório de "Freud", aos quatorze. O azul de uma mecha no meu cabelo, aos dezessete. O azul dos olhos selvagens dele, aos dezoito. Livre-arbítrio. Se pegarmos um filme pelo meio e virmos uma cena cortada, a ação de minutos é apenas fragmento desconexo. Por isso que a vida é mágica, ela é só um "fragmento desconexo". E não precisa fazer sentido. Demorei a entender: a vida foi concebida para não fazer sentido. E eu preferia que nunca tivesse feito... Caos. Mas sabe o que eu gostaria de ter descoberto antes? Que armas não são tão pesadas quanto aparentam. Que o ferro estraçalhando sua carne, só dói quando entra, depois parece uma parte de você. Que águias são as verdadeiras fênix. Que fazer sexo a primeira vez por amor não te isenta de sangrar e de sentir remorso. Que a morte não é pessoal. Que para a natureza o que importa é o resultado. Que nossa mente é fraca e experimental. Mas a verdade é que não teria feito diferença, porque quando se está no limite, o pensamento, sentimento e ação se tornam: Instinto... E instinto é racionalmente indecifrável. Ah! Eu também gostaria de ter descoberto isso antes... *** Obs: a história está disponível na íntegra na amazon(ebook): https://www.amazon.com.br Obs2: Esta obra possui registro na Biblioteca Nacional do Livro

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