Insuportável

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Jul 4, 2016
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Fiction
Romance
E se não tivesses escolha? Tinhas de ir para um curso! Mas tu odeias estudar e tudo o que vem da escola! E se aprendesses a viver de outra forma? Completamente diferente que estás habituada! Conseguias fazer amizades? Ou só ficavas num canto, espreitando o que os outros fazem? Alguém aparece da porta ao lado da pior maneira! Queres odiá-lo,mas... Mas uma chama, que tu sempre quiseste sentir, impede que isso aconteça, mas também ele é tão INSUPORTÁVEL! Sabes que tens um futuro! Contudo, o passado está sempre se intrometendo em tudo o que fazes! Quem vais escolher? O passado? Ou simplesmente continuar e dar as mãos ao futuro! É assim que Eduarda está aprendendo a viver da nova forma que lhe foi promovida, o que será que ela fará? Será o mesmo que tu?
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  • Por Nossos Filhos

Maya odiava John desde que se entendia por gente. Ele sempre parecia viver pra tirá-la do sério - com piadinhas irritantes, apelidos idiotas e aquele maldito sorriso convencido que ela não conseguia apagar da memória. Quando ela finalmente mudou de escola, achou que estava livre. Achou que aquele capítulo irritante da sua vida tinha acabado. Mas agora, aos 16, ela está de volta. E quem é a primeira pessoa que ela esbarra no corredor? Sim. John. O problema? Ela ainda sente alguma coisa. Mas já não tem certeza se é ódio. Com o tempo, a provocação deu espaço a olhares mais longos. As discussões começaram a carregar algo mais que raiva - uma tensão que nenhum dos dois queria admitir. Entre farpas e brigas, lágrimas e silêncios, os sentimentos começaram a se misturar. E no meio do caos, nasceram abraços apertados, beijos roubados, e momentos em que o mundo parecia parar só pros dois. Mas o caminho nunca foi fácil. Tiveram tentativas de seguir em frente, outras pessoas no meio, mágoas e palavras duras. Mesmo assim, por mais que tentassem esquecer um ao outro, os olhares sempre voltavam a se encontrar. Como se, no fundo, o coração de um sempre soubesse onde estava o outro. Porque, apesar de tudo, o amor nunca foi embora. Só aprendeu a sobreviver entre os tropeços.

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